Dose diária 13

14 11 2009

dose_diaria_13De manhã não consegui escrever nada mas de tarde, durante o meu intervalo escrevi mais de 1 000 palavras, usando o Q10 para me abstrair do resto do mundo. à noite lá fui escrever mais quase 1 000 palavras e depois não pude escrever mais nada porque fui ao cinema ver o “2010” e só voltei a casa depois da 1h da manhã.
Contagem final: 19 518 palavras.

Amanhã (tecnicamente hoje, porque até já cá estou) vai haver mais um encontro de NaNo’s do Norte. Veremos quantas pessoas aparecem desta vez e quantas palavras vou conseguir teclar.
Gostava de acabar o V.I.D.A. até amanhã. A ver vamos se consigo atingir essa meta.





Dose diária 12

13 11 2009

dose_diaria_12Eu bem disse que o portátil ia ser bom para escrever mais e distrair-me menos. Sem internet, e melhor ainda, sem os meus bookmarks do firefox ou as séries para ver, com a música ambiente nas alturas e o Q10 ligado, não havia como escapar à chamada das lindas teclas do meu portátil. Ai que beleza! Estou enamorada, pelo portátil e pelo Q10. Je te aime!

Mas bem … hoje, dia em que, segundo o calendário do NaNo, devia ter 20 000 palavras escritas, eu consegui teclar quase 3 000, o que dá o grande total de 17 846 palavras.

Estou a chegar à parte em que começam a morrer personagens. Uma necessidade que me corta o coração. Esta história não vai acabar bem. Ou será?

Bem feitas as contas, talvez consiga escrever o final desta história até domingo, isto se continuar a escrever bem e se o encontro de NaNo’s nortenhos, do próximo sábado, for produtivo (basta ser tanto como o anterior). Já consigo ver a luz ao fundo do túnel. Esperem … metáfora errada … consigo cheirar o chocolate que me aguarda quando completar este projecto. Yum, yum! Je te aime, mon chocolait!
Oui, oui.
Ei não sei falar grande coisa de francês, por isso se o que eu escrevi nem sequer existir na língua em questão, façam o favor de ignorar tais lacunas. Afinal, não precisamos ser mesquinhos para sermos felizes, certo?





Dose diária 11

12 11 2009

dose_diaria_11Hoje recebi o meu novo (e primeiro) computador portátil.  Ou seja, passei o tempo que tive livre a configurá-lo.
É lindo!
Hoje consegui escrever qualquer coisinha, mas espero que agora, que tenho o novo portátil, a escrita flua ainda melhor. Amanhã tenho de ter, pelo menos 20 000 palavras.
Consigo?
Não sei. Mas vou tentar.
Como não tenho, para já, grandes distracções no portátil, vai ser mais fácil concentrar-me, por isso pode ser que me beneficie, como eu desejo que faça.

Depois de ler a PepTalk desta semana, pela Lynda Barry, tive uma vontade enorme de voltar a escrever à mão. Não sei se alguma vez o disse aqui, mas sempre adorei escrever à mão. Tal como ela diz no email, a verdade é ques a escrita manual dá outra voz à história. Temos mais amor (ainda) ao que escrevemos e, de alguma forma, tudo parece fazer mais sentido.
Sempre que posso escrevo no papel. Não tenho uma letra muito bonita, mas percebe-se e eu adoro ver aquelas folhas cheias de texto, riscadas em algumas partes, e com pequenos desenhos nos cantos (graças aos momentos em que me sinto bloqueada). Admito, com muito gosto, que as minhas primeiras histórias foram escritas à mão e só depois passadas a computador, e até hoje, continuo a guardar essas folhas manuscritas. Dá-me a sensação de  ter feito algo palpável, algo que não acontece com o texto no computador, pelo menos até ao momento em que o imprimimos, e mesmo aí não é a mesma sensação.
Gostava de voltar a esses dias, mas hoje dia sou mais prática, dou-me conta que escrever à mão, para depois ter de passar tudo a computador, consome muito tempo, embora, bem vistas as coisas, não era um mau processo, já que ao passar a computador, corrigia de imediato erros de estrutura e dava-me conta de repetições excessivas.
Quem sabe não volto aos velhos hábitos. Vontade não falta.

Contagem: 15 021 palavras.





Dose diária 10

11 11 2009

dose_diaria_10No décimo dia do NaNoWriMo, tendo em conta que estava bastante atrasada na contagem decidi usar o Q10, que é um programa muito giro para quem quer escrever sem grandes interrupções.
Funcionou. Só que, como ontem tive de ir dormir muito mais cedo do que o habitual, acabei por não conseguir escrever tanto como desejava, ou sequer precisava.
Vou ver se o uso daqui para a frente porque me incita a escrever mais. É um bom programa para concentração e aquele som da máquina de escrever … perfeito!

Contagem: 14 343 palavras.

Estou tão atrasada … devia ter 16 670 palavras no final do 10º dia e vejam onde estou.
Bem, não é nada que não consiga recuperar com um pouco de esforço, por isso não estou desanimada, só algo desapontada. Pensava eu que este ano ia ser diferente do ano passado. Bem, e no fundo está a ser, só que não tanto quanto eu desejaria. Mas, ainda tenho uma réstea de esperança de chegar às 75 000 palavras este mês. Notem que o valor baixou, não porque me sinta impossibilitada de chegar às 100 000, mas sim porque fiz melhor as contas e acho qe o V.I.D.A. não vai passar das 30 000. Assim, se contar com 50 000 para o Através do vidro, então a contagem total rondará as 75 000 ou 80 000. Nada que não possa fazer, se me dedicar um pouco mais.
Se ao menos o meu portátil chegasse …





Dose diária 09

10 11 2009

dose_diaria_9Hoje escrevi tão pouco, que mais vale nem falar muito sobre isso.
O dia pareceu passar a correr, mas acho que foi por eu ter perdido 20€ (uma fortuna que deve ter feito alguém, que não eu, muito feliz) que fiquei num estado tal que nem consegui teclar direito.

Não interessa! Amanhã é um novo dia e pretendo que seja um bom dia.

Noutras notícias, hoje recebi por correio quatro livros. Um deles comprei para oferecer, por isso não vou mencioná-lo, mas os outros três são:

- “Orbias – As guerrreiras da deusa“, de Fábio Ventura;
- “Os homens que odeiam as mulheres” de Stieg Larsson;
- “Coelho em Paz” de John Updike.

Este último livro foi ganho num passatempo lançado pela “Os meus livros” e dei dizer que o livro é bem mais grosso do que eu supunha. Por algua razão imaginava-o magrinho, mas é maior do que o do Stieg Larsson. Pena é que seja o nº 4 da saga “Coelho”. Espero que se possam ler individualmente (é ao menos isso que me dá a entender).
Quanto aos outros dois, comprei-os numa promoção. Já tinha os olhos fixos nos dois há uns tempos e estava há espera da melhor oportunidade para os comprar.
Em Novembro está isto que não vou poder ler grandes coisas, mas assim que puder vou ver se aumento as minhas horas de leituras. Tenho tantos livros para ler …





Dose diário 08

9 11 2009

dose_diaria_8Bem, hoje ao menos consegui chegar ao mínimo para o dia, o que já não é nada mau. O pequeno avanço de ontem deu mesmo jeito hoje, porque como fui sair acabei por só chegar a casa perto das 23h, o que me deu menos de 1 hora para aumentar o número de palavras.

Amanhã não conto escrever grande coisa, mas ao menos o mínimo pretendo fazer, porque não quero mesmo ficar para trás e porque estou numa parte da história que é bem mais cativante que o início. Acho que agora vai tudo fluir com mais facilidade.

Excerto:

“Mudei outra vez, não foi?”
Não era a primeira vez que aquilo acontecia e ela já tinha reparado que ele parecia ser o que envelhecia mais depressa. Não tanto como Raj, mas definitivamente mais rapidamente que a Adva e o Deror, e certamente a um ritmo muito mais alucinante que ela própria.
“Não percebo.”
“Bem, eu muito menos, mas porque é que estás a chorar?”
Ilan nunca fora pessoa de perder muito tempo com assuntos que não levavam a lado nenhum e ela gostava dessa faceta dele.
“Acho que o Deror está zangado comigo.”
Ele sentou-se ao lado dela, mirando o oceano, como ela fazia.
“Já não é a primeira vez. Não tarda nada ele vem aí a correr pedir-te desculpa.”

Contagem: 13 427 palavras.





Dose diária 07

8 11 2009

dose_diaria_7Como já aqui tinha anunciado, hoje foi o dia do encontro de NaNos (no caso NaNo’as) do Norte, no Porto. E digamos que correu bem melhor do que o esperado.
Para começar, as meninas eram todas simpáticas, super-motivadas e tinham uma contagem superior à minha (não sou invejosa, ok).
Atrasei-me, por causa dos horários do comboio, mas quando cheguei já lá estavam duas meninas (permanecerão anónimas por respeito) que reconheci de imediato. Quanto não vale ter fotos nos avatars, hem? E eu que nem sou de decorar caras nem nada. Mas não levem a mal se na próxima semana não me lembrar dos vossos nomes, Sou terrível com nomes, embora três delas sejam Ana’s. XD
Em frente …
Fomos para o café Guarany (se estão a ler isto e foram um dos muitos  transeuntes que passaram por lá e pararam para olhar para um grupo de raparigas com os portáteis abertos e uma delas com um gorro verde, então já sabem quem somos) e sentamo-nos todas juntas. Assim que todas chegaram, e depois de darmos um pouco à língua (como seria de esperar), lá fomos nós para os desafios:

1º contra-relógio (10 minutos) -> 437 palavras
2º contra-relógio (10 minutos) -> 406 palavras
3º contra-relógio (20 minutos) ->622 palavras
4º contra-relógio (12 minutos) ->452 palavras

Claro que fizemos intervalos entre os desafios, e durante essas pausas falamos de tudo um pouco, mas especialmente de livros polémicos e sobrestimados, de fangirls malucas, de plágio e de vampiros. Vejam lá!
Também falamos das nossas histórias, claro.

O lema do dia foi, segundo consenso geral: “Um bom vilão faz uma boa história”. E isto é bem verdade e eu devia aprender com esta frase épica. Não tenho lá grandes vilões, mas também nesta história não preciso de nenhum.

Em suma, foi uma experiência muito gira, que pretendo repetir. Só espero para a próxima não voltar a ser a mais lenta a teclar. Bleh!

Ah! E depois, quando o encontro terminou e eu estava no regresso a casa, de comboio, aproveite a longa viagem (35 minutos) para escrever mais um bocado. Desencantei 893 palavras no caminho Ermesinde-Nine. Nada mau!

Depois quando cheguei a casa, no final do jantar, ainda estava com a pica do meet e lá fui eu escrever mais um pouco.
No fim do dia tinha 12 402 palavras. Nada mau para quem estava atrasada um dia na contagem.

Fica já aqui o agradecimento às meninas do meet, pela simpatia e entusiasmo contagiante. Ouvir aqueles dedos todos a  teclarem dava mesmo genica para eu teclar também, embora não conseguisse escrever tanto como vocês (tenho de treinar mais).

E por hoje é tudo.





Dose diária 06

7 11 2009

dose_diaria_6Eu parece que nem me conheço, porque só agora meti na minha cabeça que não sou daquelas pessoas que escreve de manhã. Eu sou tipo a coruja … só trabalho à noite … e mal.

Hoje consegui a contagem “obrigatória” para qualquer dia do NaNo, mas ainda não cheguei aonde deveria estar neste momento, que era nas 10 000 palavras. Raios!

Desculpas? Não as há. Mas deixem-me desabafar aqui algo … Odeio, mas odeio mesmo, o facto de não ter rede no local do trabalho. É que nem vos passa pela cabeça. É do tipo “Tou? Tou? Tá-me a ouvir? Já me ouve? E agora? Não?” *chamada cai. Volto a ligar … “Tou? Olhe é isto aquilo e aqueloutro. Percebeu? Não? É isto, percebe? Sim?” *chamada vai abaixo*. Pega no telemóvel e atira-o à parede (ou pelo menos queria fazê-lo).
É que lá não há telefone fixo, então tem de ser tudo por telemóvel e aqui a burra (moi je) enerva-se porque não há rede lá dentro e cá fora está frio, chove, e não tem assim tão melhor rede. Juro! É de levar as mãos à cabeça e gritar (assim como a Vatra fez na história hoje. Espero que a mim não me caiam relâmpagos em cima).

Hoje introduzi uma nova personagem, o Deror, que é um menino muito trapaceiro e … mexericão, para não lhe chamar outra coisa. De personagens, já só falta o Raj, que possivelmente vou escrever amanhã. Depois é desenvolver o resto da história e dar-lhe o final que merece. Digamos que assim que apresentar o Raj, estou a meio da narrativa. Por isso é que eu disse que isto não ia dar uma história muito grande.

Contagem: 8 794 palavras.

P.S.: Amanhã há meet de NaNo(as) no Porto. Vai ser giro (espero) e quem sabe não há para ali uma torrencial de ideias e a s mãos não começam a teclar sozinhas e saimos de lá todas com uma contagem espectacular?
Pode-se sonhar, não?





Dose diária 05

6 11 2009

dose_diaria_5Confesso, hoje acordei de manhã e pensei: “Outra vez não! Hoje também não vou escrever?
Eu tenho dias destes, mais do que o que gostaria, e temia que hoje, no seguimento de ontem, acontecesse isso.
Não posso dizer que não aconteceu, mas também não foi tão mau como temia.
Verdade, verdade, é que de manhã não escrevi nada, de tarde quase nada e só depois de jantar é que arranjei força de vontade para realmente teclar mais um pouco da história.
Ainda estou longe de onde deveria, e mais longe ainda de onde queria estar, mas já foi mais do que contava.
Amanhã (eu sei que disse isto ontem) estou mesmo a contar que seja um grande dia de escrita criativa. Veremos … é que se não no fim-de-semana vou ter de escrever dia e noite, e com o “meeting” de NaNos no Porto, não sei se vai ser para escrever muito, ou mais dar asas à lingua (já que não nos conhecemos).

Excerto do dia:

Vatra pegou no pequeno rapaz e ergueu-o no ar, admirando aquela nova criatura. O seu espanto foi interrompido quando reparou que ele tinha algo, que nem ela nem a Adva possuíam, entre as pernas. Ela examinou cuidadosamente a terceira perna, que ela não percebia muito bem para que servia. O menino ria-se sem contenção enquanto as duas raparigas o estudavam e observavam, tentando descobrir se aquele era um defeito qualquer, ou se elas também tinham algo assim e simplesmente nunca se haviam dado conta. No fim decidiram que não tinha grande importância. Afinal ele parecia um bebé saudável e não seria aquela pequena e algo raquítica terceira perna que iria altera isso ou sequer a felicidade das duas em ter um novo amigo.

A contagem de hoje ficou nas 7 129 palavras.





Dose diária 04

5 11 2009

dose_diaria_4O dia hoje foi de moleza. Devia ser do tempo.
De manhã não escrevi nada, de tarde escrevi um pouco durante o meu intervalo e de noite nada escrevi.
Que dizer? Há dias assim, mas eu, que queria estar já tão mais adiantada, sinto-me frustrada e sei que a culpa é só minha.
Amanhã vai ser para levantar cedo e escrever o mais que puder. Se não o fizer foi ficar furiosa comigo mesma.
O pior é que começo a achar que o meu narrador é monótono, ou se calhar é a minha escrita que está monótona, porque o pobre narrador até tem umas saídas engraçadas.
Mas tudo isto faz parte do processo NaNoWriMo. Estou na fase das dúvidas existênciais. Há-de passar (espero).

Contagem: 5 761 palavras.