Caneta, Papel e Lápis

Um blog sobre escrita criativa, de Ana C. Nunes (A blog about writing fiction, by Ana C. Nunes)

A Última Ceia

"A Última Ceia" de Ana C. Nunes

“A Última Ceia” de Ana C. Nunes

A ÚLTIMA CEIA – Um Conto de Terror Natalício

Autoria: Ana C. Nunes
Data da Ideia Original: Julho 2010
Classificação: Maiores de 13
Formato: Conto
Género: Fantasia, Thriller, Horror
Espácio-Temporal:Portugal, 24 de Dezembro
Estado: Publicado
Publicação: ebook

Resumo: O Natal é uma época para a família, em que os membros que não se vêem há muito tempo, se reúnem à mesa, partilham histórias, sonhos, alegrias e uma refeição tradicional. Mas neste Natal a ceia é tudo menos convencional. Uma delícia que poucos têm oportunidade de provar.
Um jovem aborrecido e descontente, em busca de aventuras nocturnas numa casa perdida à beira-rio, irá encontrar muito mais que prendas debaixo da árvore de Natal.
Uma refeição pode esconder muitos segredos …

Podem fazer download do ebook gratuito em:
Smashwords (vários formatos);
Kobo;
Apple Store;
– Amazon: US, UK, DE, FR, ES, IT, JP, CA, BR (ainda não estão listados como gratuitos, mas estou a tratar disso);
Barnes and Nobles;
Nook;
Livraria Cultura;
Scribd;
App Annie;
Oyster Books;
PNBooks;
– Directamente da autora: anacorvonunes@gmail.com (indiquem formato desejado);
– entre outros.

A Última Ceia - Um Conto de Terror Natalício
Nas redes sociais:
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Bookworms;
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15 thoughts on “A Última Ceia

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  10. Olá, Ana. Muito, muito obrigada por ter publicado de forma gratuita esta pérola. Doutra forma não poderia ler, pois de momento, estou um bocado nas lonas para comprar livros. Dito isso, eu ADOREI este conto. ADOREI. E pergunto-me (apesar de não ser muito vantajoso para pessoas como eu): porque não cobra pelo seu trabalho? Ponha um preço neste livro.🙂

  11. Alexandra, fico mesmo muito contente que tenhas gostado.
    Quanto à tua questão, existem várias razões: por um lado está gratuito porque quero que os leitores tenham possibilidade de ler algo meu, uma autora desconhecida, experimentarem a minha escrita e verem se gostam. A ideia é que ao gostarem depois comprem os outros trabalhos. Por outro lado eu gosto de oferecer histórias, de ter sempre algumas disponíveis gratuitamente, para agradecer a quem sempre me apoiou, e aos que me descobrem entretanto. Também por ter sido o primeiro trabalho que disponibilizei em ebook, achei que seria uma forma fácil de angariar leitores.
    Quem sabe um dia não possa cobrar um valor simbólico por todos os meus trabalhos? Para já isso não está nos meus planos, com este “A Última Ceia”, até porque os poucos que tenho a cobrar (“Um Toque de…” e “Angel Gabriel – Pacto de Sangue”) não têm tido os resultados que gostaria. Ainda vivemos num país que vê os ebooks com olhos desconfiados, mais ainda quando tem de pagar para os ler.
    Mas obrigada pelo sentimento e aproveita também para ler as aventuras da Heroína, que também estão disponíveis gratuitamente. Eu bem sei que por vezes é difícil comprar as obras, por mais que tenhamos vontade de o fazer. Por isso aproveita as muitas histórias gratuitas de autores portugueses que disponibilizam aos leitores contos, noveletas e romances. É só procurar e vais ver que encontras muitos que te agradarão e depois terás vontade de ler mais e mais e, quando a oportunidade surgir poderás comprar uma obra de alguém que sabes que dificilmente de decepcionará (Nota que não me refiro a mim em especial, mas aos autores portugueses, no geral).
    Fica bem!

  12. Olá, Ana. Pois olha, eu sou uma grande fã de livros eletrónicos. São muito práticos, dá para ler perfeitamente num tablet, onde cabem mil livros, para os quais não tenho de arranjar espaço em casa para guardar e acumular pó. Tanta gente lê notícias nos pads e em laptops, porque não hão-de ler também livros? Para mim, são tão válidos como livros físicos, portanto, merecem ter um preço atribuído. Apenas acho que devem ter um valor mais baixo do que os livros físicos, porque são feitos de bits e bytes, e não papel e tinta. Mas as editoras insistem em cobrar o mesmo, se não até mais ainda, pelos e-livros que cobram pelos livros em papel. E o governo, na sua infinita sabedoria, parece que cobra um IVA mais alto pelos e-livros editados por editoras. Assim também não dá, né?🙂

    Vou então ver isso da “Heroína”.🙂

  13. Concordo plenamente, Alexandra, em todos os pontos. E sim, essa situação do IVA mais alto para os ebooks é ridícula! Mas também tens razão quando dizes que as editoras abusam nos preços dos ebooks, que têm custos muito mais reduzidos que as edições em papel. Felizmente já se começam a ver obras mais acessíveis em ebook, mas os preços médios são abusivos e não incitam nada à compra. Mas, se formos a ver, os preços dos livros físicos, hoje em dia, também não são nada convidativos.😦

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