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Fadas e Dragões * Fairies and Dragons

Semanário 169

Por vezes queremos inovar tanto que acabamos por nos desviar totalmente do caminho que originalmente traçamos.
Já vos aconteceu?

Com várias antologias a fecharem portas em breve, estive a organizar as ideias que tinha para contos e a tomar decisões sobre quais escrever e quais deixar para mais tarde. O que mais vontade me deu para escrever foi o para a Antologia Dragões, cuja data de submissão é até ao final do mês.
Pois acontece que eu queria uma história diferente, queria algo que fosse mais longe do que o normal e a ideia apareceu. Rendi-me a ela de imediato, mas assim que comecei a escrever surgiu um problema: Quis testar algo diferente e isso resultou em que já não sei se os meus dragões poderão vir a ser considerados não-dragões. É que, digamos que os meus dragões além de minúsculos e um pouco patéticos, também passam a maior parte do dia numa forma não muito … dragonesca.
Mas enfim, passado esse medo inicial e como até gostei da ideia, lá continuei a escrever e a coisa está a andar bem (embora eu quisesse escrever mais rápido).
Mas depois surgiu outro problema: Não me lembrava que pediam entre 5000 a 8000 palavras. Isso é muito para um conto! E agora estou na dúvida se tenho história para isso tudo. Ou melhor, história tenho, mas e o resto?

Outras ideias também se forma reformando para outras antologias, mas o meu medo é que, como deixei tudo para a última da hora (para não variar) talvez não consiga escrevê-los todos a tempo.
Pois bem, ao menos fico com várias ideias para o Camp NaNoWriMo em Agosto, que planeio ‘usar’ para escrever vários contos. Mais alguém vai participar?

Infelizmente tudo isto fez com que não tivesse muito tempo para revisões e o “Dragões e seus Sacrifícios” passou para segundo plano por uns dias. Espero regressar a ele em breve.

E por hoje é tudo o que tenho para contar. Deixem os vossos comentários e contem-me como estão a correr as vossas escritas.

Nota: A partir desta semana vou tentar trazer sempre uma nova imagem (foto ou desenho da minha autoria) juntamente com o “Semanário” que de alguma forma transmita algo sobre a escrita que fiz nessa semana.
Como esta semana escrevi algo sobre borboletas, achei que era uma boa altura para começar. Espero que vos agrade.

*English version will be available soon, and I apologise for the fact that the last few weeks this hasn’t been done. *

Nos meus outros blogs * On my other blogs:
-Compras e Ofertas – Junho 2012;
Passadeira solidária da Liga Portuguesa contra o Cancro;
– Wizard’s How to Draw: The Best of Basic Training Storytelling;
– “Habibi“, de Craig Thompson;

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Semanário 143 (Weekly 143)

*To read this post in English, please scroll down to the text in green.*

A semana começou bem quando a Olinda Gil, d’ A Casa do Alfaiate, fez uma lista dos 5 Blogs de Escritores que mais gosta e me disse que o Caneta, Papel e Lápis está lá! Muito obrigada pela menção, Olinda.

Não posso dizer que a semana tenha sido muito frutífera em termos de escrita, pois dediquei-me um pouco mais à leitura e a ‘arrumar’ a minha vida.
Não ajudou o facto de não ter tido grande vontade em voltar a pegar no conto “Super-Heróis”, não porque a história deixasse de me interessar, mas porque passou aquele momento Aha! e eu decidirei era melhor, primeiro, conhecer as personagens e só depois arrancar para a escrita do conto propriamente dito.

Mas nem foi nisso que me foquei esta semana, pois lá decidi tentar a minha sorte com a Antologia Lisboa ElectroPunk. No entanto decidi abordar isto de forma diferente do que fiz no ano passado. Como já tinha dito anteriormente, as guidelines mirravam-me as ideias, por isso decidi não as reler. Ainda tenho mais ou menos presentes as linhas gerais do concurso, por isso decidi primeiro escrever a história que tenho em mente e depois ajustar os pequenos detalhes que me falharem.
Assim comecei a escrever o conto, que para já não tem título. Gosto da ideia e gosto do que escrevi até agora, que não foi tanto como queria, mas na próximo semana conto dar-lhe um avanço (com sorte, terminá-lo). De qualquer forma, mesmo que não seja seleccionado para a antologia, é sempre mais um conto escrito.

Entretanto também tomei conhecimento de algumas outras antologias (todas brasileiras) e algumas ideias floresceram. Se tudo correr bem vou passar Janeiro e Fevereiro embrenhada na escrita de contos. Agora só me falta ganhar ritmo, pois as ideias fervilham.

*English*

The week started well when Olinda Gil, from A Casa do Alfaiate, made a list of the 5 Writers Blogs she enjoys most and told me that Caneta Papel e Lápis was there! Thank you for mentioning this blog, Olinda.
I can’t really say that the week was very productive in terms of writing because I dedicated my time more to reading and sorting out my life.
What didn’t help was the fact that I didn’t have much enthusiasm in picking up the Super-Hero short-story I was working on, not because the story wasn’t interesting anymore, but because that Aha! Moment was gone and I decided it was best, first of all, to know the characters and only then go back to writing the story.
But it wasn’t even on that I focused this week, because I made up my mind of trying my luck with the Lisboa ElectroPunk anthology.  Still, I decided to go about a little different that I had the previous year. As I had said before, the guidelines suffocated my ideas, so I made the decision not to read them again. I still recall most of the general lines of the contest, so I decided to first write the short-story I have in mind and only afterwards reread the guidelines and adjust the details I don’t recall.
So I started writing the story, untitled as of yet. I like the idea and what I wrote so far which wasn’t as much as I’d hoped, but next week I’m counting on writing it out (luckily finishing it). Even if I’m not selected for the anthology, it’s one more short-story after all.
In the meantime I also read about a few more anthologies (all from Brasil) and some ideas flourished. If everything goes according to plan I’ll spend January and February immersed in short-stories. Now all that I’m missing is some rhythm because the ideas are bubbling up.

Nos meus outros blogs (On my other blogs):
O Quinto Mandamento, de Barry Eisler;
As Fabulosas Histórias Dela, de Beatriz Pacheco Pereira;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 21;
In the Nature of Phury, conto de J.R. Ward;

No exterior (On the Outside):
Divagações de uma noite de Inverno, no Illusionary Pleasures;
Seis inícios a evitar, no blog de Sara Farinha;
How I celebrate my writing, no The Innocent Flower;
Lyrics – continuação de Behind the Scenes: Writer I, no Crónicas Obscuras;
Editing for Indies: Intro, no blog de Deanna Knippling;
Writer vs Author, no blog de Dean Weasley Smith;
Am I doing it wrong?, no blog de Patti Larsen;
Sensory Tips for the Distractible Writer, no Writer Unboxed;
Layering, no Rhemalda Publishing;
Heroínas da Literatura Fantástica, no Universo Fantástico;
Two Surefire Symptoms of a Static Character, no WordPlay;
10 Signs You’re Not Getting Published, no blog de Deanna Knippling;
The Pros and Cons of Comparing Yourself to Other Writers, no Write to Done;
How I Learned to Write – And How You Can Too, no WordPlay;

O fim de mais um ano (Semanário 140)

Estamos numa época do ano em que, para além de prendas no sapatinho, há muitas antologias e concursos cujo prazo termina antes do final do ano (alguns estão listados na coluna da direita deste blog). Pois foi muito nisso que pensei na semana passada. Isto porque queria escrever um conto para a antologia “Lisboa Electropunk” promovida pela Saída de Emergência.
Não pensem no entanto que deixei isto para a última da hora. Não, não! Muito pelo contrário. Desde que o concurso começou que tenho tentado martelar a cabeça à procura de uma boa ideia para um conto.
Tentei pesquisar o género, li o regulamento e espremi o cérebro à procura da história brilhante que poderia abrir-me algumas portas. E espremi … e espremi. Até chegar à conclusão de que, das duas uma, ou o meu cérebro entrara em curto circuito, ou o tema não era para mim.
Bingo! Pois é, contra factos não há argumentos. A verdade é que o tema (ElectroPunk) não me chama. Sinceramente o conceito de Electropunk não me diz nada e nem o interiorizo muito bem (não ajuda que não haja muito sobre o tema). Mas o pior, para mim, nem sequer é o tema, mas sim as ‘restrições’ impostas pelo próprio regulamento da Antologia.
1) Lisboa! Porquê Lisboa? Porque não Portugal? Não estou familiarizada com a cidade o suficiente para escrever à um conto completo. No entanto isto até poderia ser facilmente evadido, bastando criar um enredo que pudesse, em teoria, passar-se em qualquer lugar.
2) As especificidades obrigatórias criadas pelo João Barreiros, quanto à sociedade ElectroPunk e às própria cidade. Se por um lado isto poderia ajudar quem não é de Lisboa (ou nem conhece a cidade), a mim sufoca-me (mas isto é algo intrínseco à minha pessoa e acredito que estes ‘l«pilares’ sejam excelentes para quase toda a gente).
No entanto, tudo isto poderia ser superado se ao menos o tema do Electropunk me cativasse, coisa que já percebi que não faz. Isto tudo para dizer que não consegui ter nenhuma ideia sólida o suficiente para tentar a minha sorte nesta antologia. Quem quiser, ainda está a tempo de concorrer. Vejam o regulamento AQUI.

Noutros assuntos, pensei, no novo ano, disponibilizar todos os meus contos em ebook. Esta antologia incluiria aqueles que aqui estão no blog e talvez um ou outro extra. Seria disponibilizada gratuitamente. Que vos parece? Acham que ajudaria a divulgar o meu trabalho ou os portugueses ainda não aderem o suficiente aos ebooks?

Por outro lado estive a pensar seriamente no conceito do blog Caneta, papel e Lápis. Gostaria por isso de saber a vossa opinião (leitores) sobre algumas coisas. Se tiverem um tempinho, por favor respondam nos comentários:
– Devo manter o Semanário activo? Gostam de ler sobre as minhas escritas semanais ou acham que estou sempre a falar do mesmo?
– O que gostam/gostariam mais de ler neste espaço: dicas sobre escrita, progressos nos meus projectos, contos, ou outros?
– Incomodar-vos-ia se o blog estivesse em português e inglês? Ou seja, os posts estariam divididos em duas partes, uma em português, outra em Inglês.
– Quantos de vocês me seguiriam se eu mudasse o blog para o blogger? E preferem seguir blogs no wordpress ou no blogger?

Esta semana termino nesta nota interrogativa. Por favor digam de vossa justiça. A vossa opinião é muito importante para mim.
Um bom Ano Novo para todos!

Por favor votem em mim no Conte Connosco, onde os contos sobem no ranking conforme os votos. “Rotina” está lá, por favor votem AQUI.

Nos meus outros blogs:
The Extraterrestrial Conpendium (parcial), de Ray Cheng;
Incentivo 8, uma ilustração;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 19;
This Haunted World 2, de Mark Powers;
The Ballerina, The Gymnast, And The Yoga Master, um conto de R.J. Silver;
Livros e Contos grátis, uma lista;
The Pendulum, de Anne Elizabeth;
Boas Festas, um postal;

No exterior:
How to Write Convincing Strong and Silent Types, no WordPlay;
Discipline to write, no CreatesPace;
Writing The Second Book: Not Any Easier, no Tor;
The Appeal to “Intellect” in Fiction, no Modern Myth Tools;
Don’t be afraid to use pronouns, no Creatspace;

Dúvidas e Medos (Semanário 138)

Voltei a ter uma daquelas semanas em que duvidei de tudo o que fiz até aqui. Achei que tudo o que escrevi até hoje não tinha mérito, que devia desistir e começar de novo. Rasgar tudo e não fazer revisões de nada. Bem … foi uma semana de pessimismos e dúvidas. Pior é que acho que esse sentimento ainda não passou, mas consegui dissimulá-lo o suficiente para fazer algo de mais produtivo que odiar tudo o que criei. Aliás, fiz o oposto do que seria de esperar em tal situação: valorizei.

Decidi pegar nos contos que tinha sem ‘casa’ e tentar enviá-los para revistas, antologias e fanzines onde se enquadrassem. Infelizmente algumas das que eu tinha em mente não se adequavam aos contos que tinha disponíveis e ainda inéditos, por isso não tentei a minha sorte com todas as publicações que gostaria, mas pelo menos três seguiram caminho e é esperar para ver o resultado.
Antes de os enviar, reli-os e corrigi coisas mínimas. São contos que gosto particularmente mas que não sei se terão grande aceitação. Logo veremos.

Noutra nota, por causa do meu ‘pessimismo’ estive muito embrenhada em pensamentos sobre o “Angel Gabriel“. Não é segredo nenhum que há mais de um ano que sondo editoras na esperança de publicar o livro, mas a verdade é que as respostas têm sido quase inexistentes (o que não é surpresa nenhuma) ou então negativas. Não sei se é pior isso ou estar à espera de uma resposta há quase um ano e saber que essa resposta virá, quer seja positiva ou negativa, mas a espera é um suplício (É claro que é melhor saber que a resposta vem; Editores, respondam, nem que seja um breve “não estamos interessados”; Os autores merecem esse respeito.). Mas estaria a mentir se dissesse que estava com muitas esperanças.
Pois ao analisar isto, tomei uma decisão. Já tinha dito que não mexia mais no “Angel Gabriel” a menos que por pedido de uma editora, mas agora tenho uma perspectiva diferente. Ganhei a coragem e enviei o manuscrito para as duas maiores críticas que conheço (pessoas fabulosas, mas das quais nutro um medo respeitoso impressionante). Pressuponho levar uma tareia virtual (ou presencial, conforme a disponibilidade), mas talvez isso me espevite e me confirme certas dúvidas. Depois de receber o feedback das meninas, decido o que fazer e nessa altura revelarei mais sobre o que tenho em mente conseguir com o “Angel Gabriel“, quer para o bem, quer para o mal.

Na verdade durante a semana surgiu-me outro problema tão ou ainda mais preocupante e que não sei se está apenas relacionado com o meu ‘pessimismo’. No respeitante ao “Através do Vidro“, não é segredo que na altura fiquei muito satisfeita com o resultado e isso mantém-se, em relação às três primeiras partes do livro (este está dividido em 4). O problema é a quarta parte que em nada me satisfaz, mas que sinceramente não sei como resolver. E isso faz-me olhar para o livro como um todo e decidir que este não tem solução. Ridículo? Talvez. Mas durante a semana estive mesmo prestes a declarar o projecto como ‘para a gaveta’. Só não o fiz por causa das ditas três partes.
Não sei como salvar a última parte e sei que sem ela o “Através do Vidro” nada é. Acho que o que me está a moer o cérebro é a ‘construção’ do mundo. Não é que esteja mau nos primeiros três, mas está vago, exactamente como queria que estivesse. O problema reside no facto de eu ter a obrigatoriedade de no quarto explicar tudo o que não estava explicado nos primeiros três e exactamente por isso considero-o o mais fraco, o menos interessante. Pois enquanto as primeiras três partes eram focadas nas personagens e nos seus sentimentos/comportamentos, já o terceiro é focado no todo, destoando completamente do resto do livro.
Contudo, depois de muito matutar, acho que cheguei a uma decisão. Vou enviar o manuscrito para alguns leitores e ver quais as reacções. De acordo com isso decido que rumo dar ao livro como um todo.
Certamente não seria a primeira a descartar um manuscrito por completo, mas antes disso quero mesmo tentar perceber até que ponto os meus ‘medos’ são uma realidade ou apenas fruto das minhas dúvidas existências (passageiras ou não).

E é tudo o que tenho a dizer esta semana. Espero não ter aborrecido ninguém.

Nos meus outros blogs:
– “The Walking Dead 9“, de Robert Kirkman;
-“iZombie 1“, de Chris Roberson;
– “Percepção – uma estranha Realidade” – Divulgação;
– “Ai Kora” – manga de Kazurou Inoue;
– “Countdown“, conto de Jonathan Maberry;
– “Get Love“, manga de Go Ikeyamada;

No Exterior:
Are Your Flashbacks Flashy or Flabby?, no WordPlay;
Killing Characters, no Murder She Writes;
Nanowrimo Now What?, no blog de Alexandra Sokoloff;
How to Use Uncertainty to Fuel Your Writing, no Writer Unboxed;
Too many, too much, no blog de Patrici C. Wrede;
Behind the Scenes: Back in the game , no Crónicas Obscuras;
But Why Would You… Insult Writers Like This?, no blog de Dean Weasley Smith;
Behind the Scene: Condições Ideais I, no Crónicas Obscuras;
How Much Should You Explain in a Story’s Beginning?, no Wordplay;
Nanowrimo Now What? – Rewriting, no blog de Alexandra Sokoloff;
As personagens (não) são pessoas normais, no Folhas em Branco;
Behind the Scene: Condições Ideais II – Suporte, no Crónicas Obscuras;
Creating: The Real Rules of Fiction Writing, no Modern Myth Tools;
Decisios, decisions, no blog de Patricia C. Wrede;

Cabecinha Pensadora (Semanário 132)

Na semana de (suposta) preparação para o NaNoWriMo andei aterefadíssima com outras coisas não menos importantes (nomeadamente, fazer a arte final, pintura e balonagem de 5 páginas de BD (“Garnath e a Bola de Cristal“) – Ai, cruzes!). Isto resultou num stress imenso e finalmente na resignação de que não iria ter tempo para trabalhar no outline do “Não Apodreças nos meus Braços” (história que vou escrever durante Novembro).
A verdade é que não pensei noutra coisa a semana toda, mas tempo? – voou – e quando me dei conta era Domingo à noite e eu pouco mais tinha feito do que estudar as personagens principais e imaginado muitas e muitas cenas.
Menos mal, que tenho muitas cenas arquitectadas e daí já não vou empancar com a história tão cedo. (pelo menos espero). Depois, por culpa de muito brain-storming, consegui atar algumas pontas soltas que eu própria encontrara na história para já (depois mais virão, como sempre).

Apesar de estar triste por não ter tido possibilidade de me preparar melhor para o mês que se avizinha, sinto que já conheço bem as personagens e a trama mais central. Faltam agora as tramas secundárias, mais conflitos e muitas situações completamente loucas (tudo nesta história é um pouco louco, mas quero escrever algumas mesmo fora do comum – para mim, especialmente, que raramente me deixo levar pelo lado mais insane das minhas histórias).

Já agora, fica aqui a capa temporária que consegui ‘desencantar’ à presa. Só para dizer que tenho uma. (as ilustrações são minhas) Está em Inglês, só por facilitismo de colocar nos fóruns do NaNoWriMo.

Numa nota final, convém referir que, ao contrário dos anos anteriores, vou continuar a fazer o “Semanário” às segundas-feiras, visto que não vou fazer o “Dose Diária”, por falta de tempo. Assim todas as 2ªs feiras vou deixar ficar aqui um resumo de como está a correr mais uma aventura no NaNoWriMo.

Nos meus blogs Floresta de Livros e Asas da Mente:
– “Um Crime no Expresso do Oriente“, de Agatha Christie;
Um esboço de 2007;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 12;
– “Dark Swan – Storm Born 4“, de Richelle Mead / Grant Alter / David Hamann;
– “This Haunted World“, de Mark Powers, Chris Lie, Caravan Studio;
NaNoWriMo 2011;

No exterior:
An essay on working heroines, no Dear Author;
When is a story ready to be submitted?, no blog de Deanna Knippling;
Be Smarter Than Your Readers , no WordPlay;
Nanowrimo: Elements of Act Two, Part 1, no blog de Alexandra Sokoloff;
10 Fear Busters for Writers, no WordPlay;
Macro-Revision: Take It One Piece at a Time, no Writer Unboxed;
Nanowrimo: Elements of Act Two, Part 2, no blog de Alexandra Sokoloff;

(Re)Descobrir (Semanário 131)

Focada quase exclusivamente na tarefa de decidir qual história escrever durante Novembro próximo, pouco mais fiz do que analisar as duas tramas, (re)descobrir as personagens e continuar confusa.
Já tomei a minha decisão, mas não é o que se pode chamar de decisão unilateral, porque como já aqui disse, ambas histórias me apelavam de igual modo e o único factor que me fez pender para um dos lados foi o teor mais leve de uma das histórias. Bem, leve não é bem o termo, mas a história que escolhi tem momentos mais descontraídos e até comédia, em contrapartida a outra história é somente drama e terror. Daí que tenha escolhido a menos ‘pessimista’ de entre as duas escolhas.

Assim a minha decisão caiu sobre a história sem nome (raios!, que não consigo definir um nome conveniente). Para não criar tanta confusão,e enquanto não encontrar um título melhor, vou chamar-lhe “Não Apodreças nos meus braços” (sim, eu compreendo que é um título estranho, mas a história também é estranha). Durante esta próxima semana, devo fazer um post com uma pequena sinopse sobre a história, em preparação para o NaNoWriMo, como aliás tenho feito todos os anos por esta altura.

Queria também deixar-vos um link para uma página no NaNoFiMo que tem alguns inquéritos que poderão ajudar quem está a planear uma história, a trazê-la para a ribalta e a conhecer melhor os seus personagens. Eu tenho usado alguns dos recursos que eles disponibilizam e têm ajudado. Podem ver AQUI.

Hoje fico por aqui.

Nos meus blogs Floresta de Livros e Asas da Mente:
24 Hour Comics 2011 – um resumo;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 11;
– “Pariah 4“, de Aron Warner / Brett Weldele / Philip Gelatt
Incentivo 5, um desenho;
– “Changeling Dream“, de Dani Harper;
– Booking Through Thursdays – Férias;
Um esboço de 2007.

No exterior:
Nanowrimo: Narrative Structure Cheat Sheet , no blog de Alexandra Sokoloff;
Better Writing through (Cheap) Technology, no Writer Unboxed;
Why Word Count Goals Can Be Destructive , no WordPlay;
All all peices in place for you climax?, no WordPlay;
Nanowrimo: Elements of Act One, no blog de Alexandra Sokoloff;
Your formula for a kick-ass heroine, no Tor.com;
The Temptation of a great line, no Soul of a Word;
Backstory: how much is enough?, no Tor.com;
5 Elements of a Resonant Closing Line , no WoldPlay.

Contos e Banda Desenhada (Semanário 130)

Na segunda-feira tive finalmente A ideia. Na verdade é que queria participar no concurso Contos FantasPorto 2012 – Ficção Científica, mas não tinha nenhum conto de Ficção Científica (o tema do concurso) que não estivesse já online, daí que a minha intenção fosse que por ‘milagre’ me surgisse uma boa ideia de ficção científica a tempo de a escrever para submeter (isto pensei eu com dois meses de antecedência).
Pois esperei e esperei e desesperei. Tanto que me convenci que não ia ter nenhuma ideia de jeito (só me surgiam ideais cheias de lugares-comuns) e fiquei desapontada.
Então, para minha surpresa, na segunda-feira o muso decidiu trabalhar e deu-me uma ideia que adorei. Ora o prazo era sexta-feira e claro eu entrei em stress.
Felizmente lá me compus e comecei a trabalhar afincadamente no conto, tanto que o escrevi em dois dias (o primeiro foi para pensar bem na trama e organizar os acontecimentos).
O conto ficou intitulado de “Bicho Exótico” e tem cerca de 3400 palavras.
Escrevi-o e revi-o a tempo de o submeter e agora é aguardar e ver.
Gostava de ter tido um pouco mais de tempo para perceber se realmente estava bem como ficou, mas num contexto geral gostei do resultado e achei que o conceito estava muitíssimo interessante (pelo menos para mim enquanto escritora).

Depois disso estive absorta a tentar magicar a história que planeava usar para fazer o 24 Hour Comics (podem ver como correu AQUI), que é um desafio onde se pretende desenhar 24 páginas de BD em 24 Horas (eu sei, parece de loucos; e possivelmente é). Como, segundo o verdadeiro espírito do desafio, nem sequer podia escrever o guião antes do dia, então estive sempre a matutar na história, em que cenas deviam vir primeiro, o que devia meter e o que não devia, etc. No fim foi bom eu ter pensado nisso com antecedência, embora na prática tenha chegado à página 20 e percebido que tinha de inventar qualquer coisa para meter em duas páginas.No fim até resolvi bem a situação, sem pôr em causa o final.

E agora vou querer dedicar-me (de corpo e alma) a planear o NaNoWriMo, mas para isso (como já sabem) ainda tenho de decidir que história vou usar. Dilemas! (mas porque é que não consigo trabalhar em duas histórias ao mesmo tempo? Resolvia a situação de uma vez).
Mais desenvolvimentos para a semana.

Entretanto, mais alguém participou no concurso do FantasPorto?

Nos meus blogs Floresta de Livros e Asas da Mente:
– “The Walking Dead – Vol. 7“, de Robert Kirkman;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 10;
Incentivo 4, um desenho;
Preparação para fazer o 24 Hour Comics em casa;

No exterior:
Ideas … and how to tame them, no The Deadline Dames;
And so it begins …, no blog do NaNoWriMo;
Two or more at a time, no blog de Patricia C. Wrede;
Can you edito too much?, no WordPlay;
Use the chunking method to write your book, no CreateSpace;
Just say it!, no CreateSpace;
5 Fun and Easy Ways to Lengthen Word Count , no WordPlay;
NaNoWriMo: The Right Rite of Passage for Writers, no The Book Designer;
Being a writer, no blog de Patricia C. Wrede;
NYCC: Keeping the “Urban” Authentic in Urban Fantasy, no Tor.com