Concurso de Poesia “Falar de Água com Amor”

Para quem não sabe, eu trabalho na Águas de Barcelos e através daí fui recentemente convidada pela minha empresa para fazer parte do jurí de selecção do Concurso de Poesia do Dia de São Valentim: “Falar de Água com Amor”.

Há muito que não escrevo poesia e nem vou apregoar-me grande conhecedora desta arte literária, até porque todos sabem que eu escrevo prosa em romance e conto. O que não me impede de ter ficado imensamente contente e humilde com este convite.

Em que consiste? Pois bem a Águas de Barcelos lançou o desafio às escolas do concelho de Barcelos, para que os seus alunos, do 3º e 4º ano lectivo da escola básica, escrevessem um poema inserido no tema “Falar de Água com Amor”, aproveitando comemorações do Dia de São Valentim.
O regulamento está disponível no site da Águas de Barcelos e todas as submissões deverão integrar as palavras “água” e “Barcelos”

Os primeiros dois vencedores receberão prémios e a escola do 1º vencedor receberá também algo.

Até 15 de Fevereiro contamos receber muitos poemas lindos das crianças do nosso belíssimo concelho.

Sei que vou adorar a experiência.

A acompanhar-me estará o Dr. Víctor Pinho, chefe do Unidade Municipal do Gabinete de Bibliotecas de Barcelos, e Bernardete Costa, poetisa e autora de vários livros infantis. Como vêem vou ser a novata do círculo do júri. 🙂

Quando terminar toda esta aventura conto-vos como foi.

EPSON MFP image

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2017 despediu-se e 2018 foi contratado para o substituir

Não vale a pena debater a secura literária que foi 2017. O resultado está no blog. Ou melhor dizendo,  a ausência de resultados.

Mas não posso faltar com a tradição e, como já vem sendo habitual, há que escolher uma palavra para definir o meu 2017, e que este ano é:

Alienação

Que, segundo a infopedia significa:
1.ação ou efeito de alienar(-se)

2.DIREITO transmissão do direito de propriedade sobre um bem

3.FILOSOFIA estado daquele que não é senhor de si, que é tratado como uma coisa e se torna escravo das atividades e instituições humanas, de ordem económica, social ou ideológica

2017 foi um ano em que me senti afastada de quase tudo, especialmente ds coisas que sempre me deram mais prazer (neste campo das criatividades), como a escrita, a ilustração e até mesmo a leitura. Mais ainda do que em 2016, que já tinha sido um ano péssimo.

Mais uma vez não foi o meu gosto pelas artes que diminuiu, mas antes as circunstâncias da vida. Na realidade não vos consigo explicar o porquê de tudo isto mas a verdade é que quero que as coisas sejam diferentes. Quero voltar a publicar romances, contos e BD.

Ainda esta semana estive a ler parte de um conto que escrevi há uns anos e só tive vontade de ir logo ler o meu romance”Alma“.

A paixão continua viva. A vontade existe.

Falta algo! E eu estou a esforçar-me por perceber ao certo o que é para que quando o  descobrir  poder começar a combatê-lo.

E é isto que quero para 2018, mais que qualquer outra coisa. Fora isso espero publicar mais histórias para vocês.

Directório de editoras portuguesas

Finalmente está disponivel um directório de editoras nacionais, que pode se consultado aqui: https://escritores.online/editoras/

Isto aconteceu graças ao esforço de, e passo a citar:

A plataforma escritores.online, coordenada pelo CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e apoiada institucionalmente por diversas entidades nacionais, acaba de lançar um directório de editoras, o qual conta já com mais de 160 chancelas portuguesas.

Esta pode ser uma valiosa ferramenta para os escritores que em vez de pesquisarem as editoras uma a uma podem agora encontrar informações sobre elas num só local.

Feliz 2018

Mais um ano se prepara para terminar e eu gostaria de desejar a todos um excelente fim de ano e um 2018 cheio de bons momentos, muitos sonhos concretizados e, claro,  boas leituras.

NaNoWriMo 2017 – O fim chegou!

9 anos

Faz hoje nove anos que dei início a este blog. Nove anos a fazer NanoWriMo em Novembro. Nove anos de aventuras literárias, de amizades inestimáveis, e de muita aprendizagem. Cliché ou não: parece que ainda foi ontem!

Nove anos a contar histórias  e a criar mundos, a dar-lhes vida através das palavras ou a armazená-las para futura referência.

Nem tudo foi bom, nem sempre as coisas aconteceram como eu gostaria, mas foram nove anos inesquecíveis e  eu só espero, daqui a nove anos, ainda cá estar, a partilhar mais e mais histórias com o papel, convosco e comigo.

E se ultimamente a minha presença tem sido tudo menos regular, acreditem que não é por falta de ideias. O que me fez começar este blog, essa vontade de me auto-superar e de vos trazer algo de memorável, mantém-se forte.

Obrigada a quem está comigo desde o dia 27 de Novembro de 2009. E obrigada aos que estão comigo desde ontem também. São todos preciosos. São todos únicos. São todos importantes.

Por curiosidade, fica aqui o link para o primeiro post neste blog: https://capala.wordpress.com/2008/11/27/hello-world/

NaNoWriMo 2017

Já pensava, que eu este ano não ia fazer o NaNoWriMo. Confessem! Mas não, eu não cheguei ainda a esse estado.

E para quem não sabe o que é o NaNoWriMo (National Novel Writing Month), este é, basicamente, um convite mundial a escritores profissionais e amadores que estejam disposto a escrever um romance de 50.000 palavras (ou mais) durante o mês de Novembro.

Loucura? talvez, mas eu já participo desde 2008 e há muitos portugueses e portuguesas a acompanharem-me. Se estiverem interessados visitem o site oficial do NaNoWriMo e o fórum regional de Portugal.

Dito isto, eu este ano estou mais mal preparada que em qualquer dos anteriores. Será que me safo a tentar escrever um romance de 50.000 palavras em 30 dias.

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Sinopse:

A nossa vida é realmente mais importante que a dos outros? Os nosso filhos são mais reais do que os filhos dos outros? Então porque vivemos tão intensamente através dos que nos rodeiam. Porque é que os dramas do vizinho nos afectam tanto? Porque chegamos a casa irritados e resmungamos pelo sabor da comida, quando realmente o que nos pôs naquele estado de espírito foi o caso de violência doméstica com que lidamos no trabalho?

Não vivemos numa bolha e as dificuldades daqueles que conhecemos, mesmo que apenas por instantes, irão sempre desencadear algo mais em nós. Pode ser subtil, mas existirá sempre em forma de tristeza, alegria, raiva ou simples complacência.
Será justo julgar os outros quando somos tão fracos a julgar-nos como seres individuais?

Um blog sobre escrita criativa, de Ana C. Nunes (A blog about writing fiction, by Ana C. Nunes)

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