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Passatempo “Lisboa no Ano 2000”

Hoje a antologia “Lisboa no Ano 2000”  (que incluí o meu conto “Electro-Dependência“) passa a estar à venda um pouco por todo o país e que melhor maneira de comemorar do que oferecer um exemplar a algum/a sortudo/a.

No Floresta de Livros (o meu blog e opiniões literárias) está a decorrer um passatempo para ganhar um exemplar. Nem têm de ser seguidores, nem nada (embora eu agradeça se o forem). Toca a participar!

"Lisboa no ano 2000"
“Lisboa no ano 2000”
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Fadas e Dragões * Fairies and Dragons

Semanário 169

Por vezes queremos inovar tanto que acabamos por nos desviar totalmente do caminho que originalmente traçamos.
Já vos aconteceu?

Com várias antologias a fecharem portas em breve, estive a organizar as ideias que tinha para contos e a tomar decisões sobre quais escrever e quais deixar para mais tarde. O que mais vontade me deu para escrever foi o para a Antologia Dragões, cuja data de submissão é até ao final do mês.
Pois acontece que eu queria uma história diferente, queria algo que fosse mais longe do que o normal e a ideia apareceu. Rendi-me a ela de imediato, mas assim que comecei a escrever surgiu um problema: Quis testar algo diferente e isso resultou em que já não sei se os meus dragões poderão vir a ser considerados não-dragões. É que, digamos que os meus dragões além de minúsculos e um pouco patéticos, também passam a maior parte do dia numa forma não muito … dragonesca.
Mas enfim, passado esse medo inicial e como até gostei da ideia, lá continuei a escrever e a coisa está a andar bem (embora eu quisesse escrever mais rápido).
Mas depois surgiu outro problema: Não me lembrava que pediam entre 5000 a 8000 palavras. Isso é muito para um conto! E agora estou na dúvida se tenho história para isso tudo. Ou melhor, história tenho, mas e o resto?

Outras ideias também se forma reformando para outras antologias, mas o meu medo é que, como deixei tudo para a última da hora (para não variar) talvez não consiga escrevê-los todos a tempo.
Pois bem, ao menos fico com várias ideias para o Camp NaNoWriMo em Agosto, que planeio ‘usar’ para escrever vários contos. Mais alguém vai participar?

Infelizmente tudo isto fez com que não tivesse muito tempo para revisões e o “Dragões e seus Sacrifícios” passou para segundo plano por uns dias. Espero regressar a ele em breve.

E por hoje é tudo o que tenho para contar. Deixem os vossos comentários e contem-me como estão a correr as vossas escritas.

Nota: A partir desta semana vou tentar trazer sempre uma nova imagem (foto ou desenho da minha autoria) juntamente com o “Semanário” que de alguma forma transmita algo sobre a escrita que fiz nessa semana.
Como esta semana escrevi algo sobre borboletas, achei que era uma boa altura para começar. Espero que vos agrade.

*English version will be available soon, and I apologise for the fact that the last few weeks this hasn’t been done. *

Nos meus outros blogs * On my other blogs:
-Compras e Ofertas – Junho 2012;
Passadeira solidária da Liga Portuguesa contra o Cancro;
– Wizard’s How to Draw: The Best of Basic Training Storytelling;
– “Habibi“, de Craig Thompson;

Actualização rápida * Speedy Update

Semanário 162

Quando penso que finalmente vou ter tempo para me dedicar ao meus projectos, aparecem sempre mil e uma coisas para fazer. Sinto saudades de me sentar e escrever ficção, até mesmo de rever (coisa que nunca gostei de fazer) e já nem falo em ler (porque também não tenho feito grandes avanços nessa área).

Mas não vale de nada estar sempre a repetir a mesma lenga-lenga que vocês já devem estar fartos de ler sobre o eu nada fazer.

Por isso, indo directa ao assunto (que se faz tarde e este post está um dia atrasado), na semana passada fiz apenas duas coisas: Reescrevi e revi o conto sobre dragões, intitulado “Um Dragão com Alergia“, que submeti à Antologia Terrir Monstros Clássicos.
A outra coisa não está directamente ligada com a escrita, mas ajuda. Li um livro sobre “Storytelling” (contar histórias), mas através da BD. Era muito focado no desenho (o que até me agradou), mas a nível de escrita pouco ou nada me disse.
Por outro lado comecei a ler um livro sobre revisões e espero que me ajude um pouco.

Têm alguma sugestão de livros pertinentes à escrita criativa? (em português ou estrangeiro) Aceitam-se sugestões.

E … não percam o próximo episódio, porque nós também não!

*ENGLISH*

Weekly 162

When I think that I finally will have some time to work on my projects, something always comes along. I miss sitting down and writing fiction, even revising (something I never enjoyed) and let’s not even talk about reading (because I haven’t done much of that either).

But it’s no use to keep repeating the same thing over and over again, and you must all be tired of hearing it.

So, getting straight to the point (already late, as this post was supposed to be up yesterday), last week I made only two things: I rewrote and revised my short-story about dragons, named “A Dragon with allergy”, which I submitted to the anthology Terrir Classic Monsters.
The other thing is not strictly related to writing, but it helps. I read a book on “Sytorytelling”, but through comics. It was focused on the drawing part (which I actually enjoyed), but on the writing part f things it lacked anything substantial.
On the other hand I started reading a book on revisions and I hope that helps me a little.

Do you have any suggestions on books about Creative writing? (in Portuguese or otherwise) Suggestions are welcome.

And now, see you all next time!

Nos meus outros blogs * On my other blogs:
– “O Diabo dos Anjos“, de L.C. Lavado;
– “Criaturas Maravilhosas” (parcial), de Kami Garcia e Margaret Stohl;
– “Lover Avenged“, de J.R. Ward.

Semanário 143 (Weekly 143)

*To read this post in English, please scroll down to the text in green.*

A semana começou bem quando a Olinda Gil, d’ A Casa do Alfaiate, fez uma lista dos 5 Blogs de Escritores que mais gosta e me disse que o Caneta, Papel e Lápis está lá! Muito obrigada pela menção, Olinda.

Não posso dizer que a semana tenha sido muito frutífera em termos de escrita, pois dediquei-me um pouco mais à leitura e a ‘arrumar’ a minha vida.
Não ajudou o facto de não ter tido grande vontade em voltar a pegar no conto “Super-Heróis”, não porque a história deixasse de me interessar, mas porque passou aquele momento Aha! e eu decidirei era melhor, primeiro, conhecer as personagens e só depois arrancar para a escrita do conto propriamente dito.

Mas nem foi nisso que me foquei esta semana, pois lá decidi tentar a minha sorte com a Antologia Lisboa ElectroPunk. No entanto decidi abordar isto de forma diferente do que fiz no ano passado. Como já tinha dito anteriormente, as guidelines mirravam-me as ideias, por isso decidi não as reler. Ainda tenho mais ou menos presentes as linhas gerais do concurso, por isso decidi primeiro escrever a história que tenho em mente e depois ajustar os pequenos detalhes que me falharem.
Assim comecei a escrever o conto, que para já não tem título. Gosto da ideia e gosto do que escrevi até agora, que não foi tanto como queria, mas na próximo semana conto dar-lhe um avanço (com sorte, terminá-lo). De qualquer forma, mesmo que não seja seleccionado para a antologia, é sempre mais um conto escrito.

Entretanto também tomei conhecimento de algumas outras antologias (todas brasileiras) e algumas ideias floresceram. Se tudo correr bem vou passar Janeiro e Fevereiro embrenhada na escrita de contos. Agora só me falta ganhar ritmo, pois as ideias fervilham.

*English*

The week started well when Olinda Gil, from A Casa do Alfaiate, made a list of the 5 Writers Blogs she enjoys most and told me that Caneta Papel e Lápis was there! Thank you for mentioning this blog, Olinda.
I can’t really say that the week was very productive in terms of writing because I dedicated my time more to reading and sorting out my life.
What didn’t help was the fact that I didn’t have much enthusiasm in picking up the Super-Hero short-story I was working on, not because the story wasn’t interesting anymore, but because that Aha! Moment was gone and I decided it was best, first of all, to know the characters and only then go back to writing the story.
But it wasn’t even on that I focused this week, because I made up my mind of trying my luck with the Lisboa ElectroPunk anthology.  Still, I decided to go about a little different that I had the previous year. As I had said before, the guidelines suffocated my ideas, so I made the decision not to read them again. I still recall most of the general lines of the contest, so I decided to first write the short-story I have in mind and only afterwards reread the guidelines and adjust the details I don’t recall.
So I started writing the story, untitled as of yet. I like the idea and what I wrote so far which wasn’t as much as I’d hoped, but next week I’m counting on writing it out (luckily finishing it). Even if I’m not selected for the anthology, it’s one more short-story after all.
In the meantime I also read about a few more anthologies (all from Brasil) and some ideas flourished. If everything goes according to plan I’ll spend January and February immersed in short-stories. Now all that I’m missing is some rhythm because the ideas are bubbling up.

Nos meus outros blogs (On my other blogs):
O Quinto Mandamento, de Barry Eisler;
As Fabulosas Histórias Dela, de Beatriz Pacheco Pereira;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 21;
In the Nature of Phury, conto de J.R. Ward;

No exterior (On the Outside):
Divagações de uma noite de Inverno, no Illusionary Pleasures;
Seis inícios a evitar, no blog de Sara Farinha;
How I celebrate my writing, no The Innocent Flower;
Lyrics – continuação de Behind the Scenes: Writer I, no Crónicas Obscuras;
Editing for Indies: Intro, no blog de Deanna Knippling;
Writer vs Author, no blog de Dean Weasley Smith;
Am I doing it wrong?, no blog de Patti Larsen;
Sensory Tips for the Distractible Writer, no Writer Unboxed;
Layering, no Rhemalda Publishing;
Heroínas da Literatura Fantástica, no Universo Fantástico;
Two Surefire Symptoms of a Static Character, no WordPlay;
10 Signs You’re Not Getting Published, no blog de Deanna Knippling;
The Pros and Cons of Comparing Yourself to Other Writers, no Write to Done;
How I Learned to Write – And How You Can Too, no WordPlay;

O fim de mais um ano (Semanário 140)

Estamos numa época do ano em que, para além de prendas no sapatinho, há muitas antologias e concursos cujo prazo termina antes do final do ano (alguns estão listados na coluna da direita deste blog). Pois foi muito nisso que pensei na semana passada. Isto porque queria escrever um conto para a antologia “Lisboa Electropunk” promovida pela Saída de Emergência.
Não pensem no entanto que deixei isto para a última da hora. Não, não! Muito pelo contrário. Desde que o concurso começou que tenho tentado martelar a cabeça à procura de uma boa ideia para um conto.
Tentei pesquisar o género, li o regulamento e espremi o cérebro à procura da história brilhante que poderia abrir-me algumas portas. E espremi … e espremi. Até chegar à conclusão de que, das duas uma, ou o meu cérebro entrara em curto circuito, ou o tema não era para mim.
Bingo! Pois é, contra factos não há argumentos. A verdade é que o tema (ElectroPunk) não me chama. Sinceramente o conceito de Electropunk não me diz nada e nem o interiorizo muito bem (não ajuda que não haja muito sobre o tema). Mas o pior, para mim, nem sequer é o tema, mas sim as ‘restrições’ impostas pelo próprio regulamento da Antologia.
1) Lisboa! Porquê Lisboa? Porque não Portugal? Não estou familiarizada com a cidade o suficiente para escrever à um conto completo. No entanto isto até poderia ser facilmente evadido, bastando criar um enredo que pudesse, em teoria, passar-se em qualquer lugar.
2) As especificidades obrigatórias criadas pelo João Barreiros, quanto à sociedade ElectroPunk e às própria cidade. Se por um lado isto poderia ajudar quem não é de Lisboa (ou nem conhece a cidade), a mim sufoca-me (mas isto é algo intrínseco à minha pessoa e acredito que estes ‘l«pilares’ sejam excelentes para quase toda a gente).
No entanto, tudo isto poderia ser superado se ao menos o tema do Electropunk me cativasse, coisa que já percebi que não faz. Isto tudo para dizer que não consegui ter nenhuma ideia sólida o suficiente para tentar a minha sorte nesta antologia. Quem quiser, ainda está a tempo de concorrer. Vejam o regulamento AQUI.

Noutros assuntos, pensei, no novo ano, disponibilizar todos os meus contos em ebook. Esta antologia incluiria aqueles que aqui estão no blog e talvez um ou outro extra. Seria disponibilizada gratuitamente. Que vos parece? Acham que ajudaria a divulgar o meu trabalho ou os portugueses ainda não aderem o suficiente aos ebooks?

Por outro lado estive a pensar seriamente no conceito do blog Caneta, papel e Lápis. Gostaria por isso de saber a vossa opinião (leitores) sobre algumas coisas. Se tiverem um tempinho, por favor respondam nos comentários:
– Devo manter o Semanário activo? Gostam de ler sobre as minhas escritas semanais ou acham que estou sempre a falar do mesmo?
– O que gostam/gostariam mais de ler neste espaço: dicas sobre escrita, progressos nos meus projectos, contos, ou outros?
– Incomodar-vos-ia se o blog estivesse em português e inglês? Ou seja, os posts estariam divididos em duas partes, uma em português, outra em Inglês.
– Quantos de vocês me seguiriam se eu mudasse o blog para o blogger? E preferem seguir blogs no wordpress ou no blogger?

Esta semana termino nesta nota interrogativa. Por favor digam de vossa justiça. A vossa opinião é muito importante para mim.
Um bom Ano Novo para todos!

Por favor votem em mim no Conte Connosco, onde os contos sobem no ranking conforme os votos. “Rotina” está lá, por favor votem AQUI.

Nos meus outros blogs:
The Extraterrestrial Conpendium (parcial), de Ray Cheng;
Incentivo 8, uma ilustração;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 19;
This Haunted World 2, de Mark Powers;
The Ballerina, The Gymnast, And The Yoga Master, um conto de R.J. Silver;
Livros e Contos grátis, uma lista;
The Pendulum, de Anne Elizabeth;
Boas Festas, um postal;

No exterior:
How to Write Convincing Strong and Silent Types, no WordPlay;
Discipline to write, no CreatesPace;
Writing The Second Book: Not Any Easier, no Tor;
The Appeal to “Intellect” in Fiction, no Modern Myth Tools;
Don’t be afraid to use pronouns, no Creatspace;

Dúvidas e Medos (Semanário 138)

Voltei a ter uma daquelas semanas em que duvidei de tudo o que fiz até aqui. Achei que tudo o que escrevi até hoje não tinha mérito, que devia desistir e começar de novo. Rasgar tudo e não fazer revisões de nada. Bem … foi uma semana de pessimismos e dúvidas. Pior é que acho que esse sentimento ainda não passou, mas consegui dissimulá-lo o suficiente para fazer algo de mais produtivo que odiar tudo o que criei. Aliás, fiz o oposto do que seria de esperar em tal situação: valorizei.

Decidi pegar nos contos que tinha sem ‘casa’ e tentar enviá-los para revistas, antologias e fanzines onde se enquadrassem. Infelizmente algumas das que eu tinha em mente não se adequavam aos contos que tinha disponíveis e ainda inéditos, por isso não tentei a minha sorte com todas as publicações que gostaria, mas pelo menos três seguiram caminho e é esperar para ver o resultado.
Antes de os enviar, reli-os e corrigi coisas mínimas. São contos que gosto particularmente mas que não sei se terão grande aceitação. Logo veremos.

Noutra nota, por causa do meu ‘pessimismo’ estive muito embrenhada em pensamentos sobre o “Angel Gabriel“. Não é segredo nenhum que há mais de um ano que sondo editoras na esperança de publicar o livro, mas a verdade é que as respostas têm sido quase inexistentes (o que não é surpresa nenhuma) ou então negativas. Não sei se é pior isso ou estar à espera de uma resposta há quase um ano e saber que essa resposta virá, quer seja positiva ou negativa, mas a espera é um suplício (É claro que é melhor saber que a resposta vem; Editores, respondam, nem que seja um breve “não estamos interessados”; Os autores merecem esse respeito.). Mas estaria a mentir se dissesse que estava com muitas esperanças.
Pois ao analisar isto, tomei uma decisão. Já tinha dito que não mexia mais no “Angel Gabriel” a menos que por pedido de uma editora, mas agora tenho uma perspectiva diferente. Ganhei a coragem e enviei o manuscrito para as duas maiores críticas que conheço (pessoas fabulosas, mas das quais nutro um medo respeitoso impressionante). Pressuponho levar uma tareia virtual (ou presencial, conforme a disponibilidade), mas talvez isso me espevite e me confirme certas dúvidas. Depois de receber o feedback das meninas, decido o que fazer e nessa altura revelarei mais sobre o que tenho em mente conseguir com o “Angel Gabriel“, quer para o bem, quer para o mal.

Na verdade durante a semana surgiu-me outro problema tão ou ainda mais preocupante e que não sei se está apenas relacionado com o meu ‘pessimismo’. No respeitante ao “Através do Vidro“, não é segredo que na altura fiquei muito satisfeita com o resultado e isso mantém-se, em relação às três primeiras partes do livro (este está dividido em 4). O problema é a quarta parte que em nada me satisfaz, mas que sinceramente não sei como resolver. E isso faz-me olhar para o livro como um todo e decidir que este não tem solução. Ridículo? Talvez. Mas durante a semana estive mesmo prestes a declarar o projecto como ‘para a gaveta’. Só não o fiz por causa das ditas três partes.
Não sei como salvar a última parte e sei que sem ela o “Através do Vidro” nada é. Acho que o que me está a moer o cérebro é a ‘construção’ do mundo. Não é que esteja mau nos primeiros três, mas está vago, exactamente como queria que estivesse. O problema reside no facto de eu ter a obrigatoriedade de no quarto explicar tudo o que não estava explicado nos primeiros três e exactamente por isso considero-o o mais fraco, o menos interessante. Pois enquanto as primeiras três partes eram focadas nas personagens e nos seus sentimentos/comportamentos, já o terceiro é focado no todo, destoando completamente do resto do livro.
Contudo, depois de muito matutar, acho que cheguei a uma decisão. Vou enviar o manuscrito para alguns leitores e ver quais as reacções. De acordo com isso decido que rumo dar ao livro como um todo.
Certamente não seria a primeira a descartar um manuscrito por completo, mas antes disso quero mesmo tentar perceber até que ponto os meus ‘medos’ são uma realidade ou apenas fruto das minhas dúvidas existências (passageiras ou não).

E é tudo o que tenho a dizer esta semana. Espero não ter aborrecido ninguém.

Nos meus outros blogs:
– “The Walking Dead 9“, de Robert Kirkman;
-“iZombie 1“, de Chris Roberson;
– “Percepção – uma estranha Realidade” – Divulgação;
– “Ai Kora” – manga de Kazurou Inoue;
– “Countdown“, conto de Jonathan Maberry;
– “Get Love“, manga de Go Ikeyamada;

No Exterior:
Are Your Flashbacks Flashy or Flabby?, no WordPlay;
Killing Characters, no Murder She Writes;
Nanowrimo Now What?, no blog de Alexandra Sokoloff;
How to Use Uncertainty to Fuel Your Writing, no Writer Unboxed;
Too many, too much, no blog de Patrici C. Wrede;
Behind the Scenes: Back in the game , no Crónicas Obscuras;
But Why Would You… Insult Writers Like This?, no blog de Dean Weasley Smith;
Behind the Scene: Condições Ideais I, no Crónicas Obscuras;
How Much Should You Explain in a Story’s Beginning?, no Wordplay;
Nanowrimo Now What? – Rewriting, no blog de Alexandra Sokoloff;
As personagens (não) são pessoas normais, no Folhas em Branco;
Behind the Scene: Condições Ideais II – Suporte, no Crónicas Obscuras;
Creating: The Real Rules of Fiction Writing, no Modern Myth Tools;
Decisios, decisions, no blog de Patricia C. Wrede;

Cabecinha Pensadora (Semanário 132)

Na semana de (suposta) preparação para o NaNoWriMo andei aterefadíssima com outras coisas não menos importantes (nomeadamente, fazer a arte final, pintura e balonagem de 5 páginas de BD (“Garnath e a Bola de Cristal“) – Ai, cruzes!). Isto resultou num stress imenso e finalmente na resignação de que não iria ter tempo para trabalhar no outline do “Não Apodreças nos meus Braços” (história que vou escrever durante Novembro).
A verdade é que não pensei noutra coisa a semana toda, mas tempo? – voou – e quando me dei conta era Domingo à noite e eu pouco mais tinha feito do que estudar as personagens principais e imaginado muitas e muitas cenas.
Menos mal, que tenho muitas cenas arquitectadas e daí já não vou empancar com a história tão cedo. (pelo menos espero). Depois, por culpa de muito brain-storming, consegui atar algumas pontas soltas que eu própria encontrara na história para já (depois mais virão, como sempre).

Apesar de estar triste por não ter tido possibilidade de me preparar melhor para o mês que se avizinha, sinto que já conheço bem as personagens e a trama mais central. Faltam agora as tramas secundárias, mais conflitos e muitas situações completamente loucas (tudo nesta história é um pouco louco, mas quero escrever algumas mesmo fora do comum – para mim, especialmente, que raramente me deixo levar pelo lado mais insane das minhas histórias).

Já agora, fica aqui a capa temporária que consegui ‘desencantar’ à presa. Só para dizer que tenho uma. (as ilustrações são minhas) Está em Inglês, só por facilitismo de colocar nos fóruns do NaNoWriMo.

Numa nota final, convém referir que, ao contrário dos anos anteriores, vou continuar a fazer o “Semanário” às segundas-feiras, visto que não vou fazer o “Dose Diária”, por falta de tempo. Assim todas as 2ªs feiras vou deixar ficar aqui um resumo de como está a correr mais uma aventura no NaNoWriMo.

Nos meus blogs Floresta de Livros e Asas da Mente:
– “Um Crime no Expresso do Oriente“, de Agatha Christie;
Um esboço de 2007;
– Garnath e a Bola de Cristal – Página 12;
– “Dark Swan – Storm Born 4“, de Richelle Mead / Grant Alter / David Hamann;
– “This Haunted World“, de Mark Powers, Chris Lie, Caravan Studio;
NaNoWriMo 2011;

No exterior:
An essay on working heroines, no Dear Author;
When is a story ready to be submitted?, no blog de Deanna Knippling;
Be Smarter Than Your Readers , no WordPlay;
Nanowrimo: Elements of Act Two, Part 1, no blog de Alexandra Sokoloff;
10 Fear Busters for Writers, no WordPlay;
Macro-Revision: Take It One Piece at a Time, no Writer Unboxed;
Nanowrimo: Elements of Act Two, Part 2, no blog de Alexandra Sokoloff;