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As portas para 2019 já estão abertas!

Já estamos praticamente no fim do mês de Janeiro e eu ainda não fiz o meu apanhado de 2018?
Não me esqueci de vocês, nem do blog. Só não tenho tido o tempo que preciso para me dedicar a ele e a vocês. Perdão!

Como vem sendo hábito, há que escolher uma palavra para definir o ano que terminou. Este ano a minha escolha vai para:

Educação

Que, segundo a infopedia significa:
1. processo que visa o pleno desenvolvimento intelectual, físico e moral de um indivíduo (sobretudo na infância e na juventude) e a sua adequada inserção na sociedade
2. processo, geralmente orientado por outrem, de aquisição de conhecimentos e aptidões; instrução
3. conjunto dos recursos dedicados à gestão do sistema escolar de um país, região, etc.
4. conjunto de métodos e técnicas desenvolvidas com o objetivo de garantir o sucesso da aprendizagem; pedagogia
5. formação que se recebeu ou ministrou
6. aperfeiçoamento de um sentido, de uma aptidão, etc.
7. domínio e observância das normas de conduta socialmente aceites; cortesia

2018, se bem se recordam, começou bem. Reli dois dos meus romances e alguns contos. Revi e publiquei uma edição especial de 5º aniversario do meu romance “Angel Gabriel – Pacto de Sangue”, que lancei finalmente em livro físico.
Também fui jurí num concurso de poesia para os mais novos.
Foi um início de ano que me deixou muito ocupada e orgulhosa.

Então porque as publicações pararam de repente no blog?
Antes de mais devo-vos um pedido de desculpa porque deveria ter-vos falado mais cedo, deveria ter dito algo aqui no blog. Explicado a minha ausência, mas foi por uma boa razão! Na verdade, logo depois destes eventos, decidi que ia tornar um sonho muito antigo numa realidade.

Terminei o 12º ano em 2001 e desde essa altura queria ter tirado uma licenciatura. Infelizmente a vida deu-me poucas possibilidades de o conseguir e as que surgiram foram-se escapando, como muitas outras coisas na vida.
O sonho, esse, esteve sempre vivo, e por isso este ano decidi que chegava de inércia, de hesitação. Era agora ou nunca!
Através do programa Maiores de 23 consegui entrar no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), no curso de Design Gráfico – Pós Laboral, no ano de 2018.
Antes disso, com o estudar para entrar, e depois disso, com o estudar para passar, o tempo para a escrita, para a leitura e para … bem … o que quer que não envolvesse o meu trabalho diário de 8 horas e as aulas diárias de 4 a 5 horas por dia, deixou de existir. Não havia tempo para muito mais que isso.

Neste momento estou no intervalo entre o primeiro e o segundo semestre. Passei a todas as cadeiras à primeira, felizmente, e por isso estou num momento de pausa em que aproveito para organizar coisas que foram ficando para trás e em que estudo já o que posso para o segundo semestre.

Está a ser uma aventura! É intenso, é um desafio, mas também é o que eu quero e, acredito, aquilo que preciso.

Assim, no futuro que antevejo próximo, e se tudo correr bem, não vou ter grade tempo para ler, nem para escrever, nem para desenhar muito para além dos projectos do curso.
Por aqui, no blog, as coisas vão andar paradas, pelo menos até este ano lectivo terminar. Mas espero que entendam que é por uma boa razão.

Este foi o meu resumo do ano que findou.
Para 2019 espero continuar no mesmo caminho. E, quem sabe, trazer-vos pelo menos uma novidade, mais lá para o Verão, se tudo correr bem.

Entretanto, apesar de as minhas novidades serem escassas em todo lado, publico mais depressa no Facebook, no Twitter, e estou agora a tentar também o Instagram. Se tiverem curiosade em ver os meus trabalhos mais gráficos, podem também passar pelo meu perfil no Bëhance, onde planeio publicar algumas novidades em breve.

P.S: No dia 27 de Novembro de 2018 este blog fez dez anos! Esqueci-me completamente da data. Uma década depois … apropriado que tenha sido no mesmo ano em que o meu romance foi finalmente publicado em livro.


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Citação AG-PS 01

Citação "Angel Gabriel - Pacto de Sangue"

Semanário 33

semanario_2A semana passada foi uma de adaptação. Comecei um novo trabalho e tive de me ajustar aos horários (um pouco esquisitos), ao local (algo reduzido) e aos colegas (que felizmente são simpáticos).
Não posso dizer que tenha escrito muito, mas como podem comprovar consegui ao menos escrever um Conto. Nada mal para quem já não o fazia há mais de um mês.
O meu querido Pai já saiu do hospital (mais cedo do que o previsto) e isso claro, também ajudou a acalmar-me um pouco.
Na noite passada (de domingo para segunda) tive um pesadelo que me deu ideias muito boas para uma história. Não revelo muito, mas posso dizer que fala de uma epidemia que leva os humanos à loucura, segundo certos parâmetros e em certas circunstâncias especiais. A ideia parece-me boa e pretendo que a história seja focada nos vários lados da “realidade” dos factos, o que significará que terei pelo menos três personagens principais. Uma delas será uma mulher que tinha pretensões de desistira de viver quando reencontra o filho que julgava morto. Isso dar-lhe-á forças para não desistir e deixar-se levar pela epidemia. Esta vertente da história será das mais dramáticas porque ela vai ter de passar por muito de forma a proteger o filho. Vai ser diferente do que eu normalmente escrevo, no sentido que o amor aqui será paternal e não entre homem/mulher. Acho que vai ser uma experiência muito boa.
Claro que pode-se dizer que veio em má altura. Tenho de reescrever o “Angel Gabriel” e depois tenho outras coisas em mente. Estas novas ideias são sempre tão tentadoras, mas ao mesmo tempo … bem, sinto que não é a altura mais acertada para a escrever. Claro que posso mudar de ideias se começar a sonhar acordada com isto. Para já é só uma ideia vaga (e eu, tristemente, espero que para já continue assim) e por isso não tenho aquela vontade insuportável de começar a escrever tudo no papel (como aconteceu com o “Através do vidro” e que eu infelizmente não aproveitei quando o devia ter feito).
Bem, neste momento repito que é bom que não me tire o sono. Mas se chegar a isso, não vou cair na mesma asneira de quando me surgiu o “V.I.D.A.” e o “Através do vidro”. Não aproveitei a onda e acabei por me afogar (ou seja, já não tenho a mesma pica de antes).
Este novo projecto, digo, ideia, ainda não tem nome. Mas a seu tempo algo há de me surgir.
Entretanto esta semana prometo uma Opinião, possivelmente (não prometo) um novo Momentos e pretendo ter no mínimo um novo Conto.

Vemos-nos por aí (ou nem tanto).