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Um resumo do NaNoWriMo

PrintBem, pela primeira vez desde que comecei a participar no NaNoWriMo, tive um desempenho inferior ao pretendido. E 2012 não conta porque nesse ano não estava a participar, mas este ano tinha intenções de chegar às 50.000 palavras e isso acabou por não acontecer.

O que se passou? Para começar foi um erro decidir escrever contos, em vez de um romance, pois embora tivesse as ideias mais ou menos organizadas para as pequenas histórias que queria teclar, a verdade é que este tipo de narrativa não é tão propício a escrita desenfreada e sequencial. Além disso tive muitas dificuldades com o segundo conto em que trabalhei, onde tinha uma ideia geral mas ao escrevê-la comecei a divagar e perdi o rumo, o que me fez ter de parar para reorganizar ideias e foi aí que perdi grande parte dos dias. Foram precisas três tentativas para que este conto romântico fosse levado até ao fim e mesmo assim não estou inteiramente convencida de que funcione.

Felizmente depois de ultrapassar esse ‘obstáculo’ os outros textos foram muito mais fluídos e, por algum tempo, pensei que talvez ainda conseguisse alcançar as 50.000 palavras mas esse sonho mostrou-se demasiado longínquo. Estava demasiado atrasada. Cheguei às 27.860 palavras e estou muito satisfeita com pelo menos o terceiro conto, o que já não é nada mau.

Para vos dar um pouco mais de detalhes, posso dizer-vos alguma coisa sobre as 4 histórias em que trabalhei:

1) Por razões de segredo de estado não posso revelar grandes pormenores do primeiro projecto mas posso dizer que é sobre a infância de uma mulher que estava grávida e com dúvidas sobre o futuro da sua prole. Escrevi três inícios e por fim cheguei a um ponto que gostei e explorei, mas o mais provável é que nunca chegue a usar o texto porque depois acabou por se revelar que não encaixa nos planos.

2) Conto romântico/erótico sobre dois seres sobrenaturais que se encontram num baile de máscaras no Carnaval e se envolvem. Este conto enquandra-se no mesmo mundo que “Água Mole em Pedra Dura” e outras histórias, sendo independente ainda assim. E embora a ideia já tenha mais de um ano decidi escrevê-lo agora porque planeava submete-lo a uma antologia de Fantasia Erótica que está a ser promovida pela Saída de Emergência mas, como disse, não sei se estou satisfeita com o resultado, mesmo depois de dois inícios fracassados, e julgo que este conto ainda vai precisar de uma boa dose de revisão.

3) Este conto conta a vida de uma senhora idosa que se vê só, pela primeira vez na vida, depois do falecimento do marido. É uma história cuja ideia original remonta há vários anos e que em princípio se focaria também num cão mas que assim que o comecei a escrever acabou por se tornar em algo mais. E aquilo que era suposto ser um texto pequeno acabou por se tornar algo um pouco maior. Gostei muito de o escrever e depois de alguns pequenos ajustamentos julgo que ficará ainda melhor. Estou muito contente com esta narrativa.

4) O último projecto a que me dediquei era a continuação de “Pele de Lobo em Corpo de Gente”, um conto que tinha iniciado aquando a Noite do Lorde Byron em 2014 e que nunca cheguei a terminar. Mas acontece que esse texto é um dos melhores que escrevi até hoje (pelo menos para mim) e eu caí no erro de não o terminar logo no dia a seguir. Ou seja, perdi a fantástica voz que tinha adquirido e já por várias vezes tinha tentado escrever o resto do texto e falhado porque o tom simplesmente não chegava perto da primeira parte. Gastei algum tempo a reler o que já estava escrito e a tentar ambientar-me na prosa para a repetir, e escrevi, mas sinto que estou longe de ter alcançado a mesma escrita. Por isso apesar de ter escrito para este projecto, acabei por não o concluir porque não acho que esteja a ser coesa. Daí que pretenda voltar a isto neste mês e possivelmente ainda em Janeiro do próximo ano. Quero que a segunda parte fique pelo menos tão boa como a primeira.

E basicamente foi isto durante o NaNoWriMo 2015. Perdi demasiado tempo com os dois primeiros contos e descarrilei na contagem, terminando com 27.860 palavras mas nem que só consiga aproveitar uma destas narrativas já fico contente pois foi mais do que fiz nos últimos meses e consegui trabalhar em vários contos que queria escrever e concluir.

Para o ano há-de correr melhor.

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Um toque de ...Olá a todos!

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Aqui fica a sinopse:
«O amor está presente em todo o tipo de gestos e acções.
No cuidado com que se evita tocar um assunto sensível; Na forma como se fica a ver o outro dormir; Numa conversa à beira mar; Num post-it colorido; Num lugar vazio no restaurante; Numas mãos entrelaçadas ao som das ondas; Num jantar fracassado; Numa noite solitária; Numa negação.
Mas nem sempre o amor resulta em felicidade …»

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Como prometido, “Um toque de …” já está disponível!

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Sinopse: O amor está presente em todo o tipo de gestos e acções.
No cuidado com que se evita tocar um assunto sensível; Na forma como se fica a ver o outro dormir; Numa coversa à beira mar; Num post-it colorido; Num lugar vazio no restaurante; Numas mãos entrelaçadas ao som das ondas; Num jantar fracassado; Numa noite solitária; Numa negação.

Mas nem sempre o amor resulta em felicidade …

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Antologia Fénix de Ficção Cíentifica e Fantasia – Volume 1

Os organizadores da Fénix fanzine decidiram reunir os contos com o tema “Livros” e convidaram outros escritores para participarem na Antologia Fénix de Ficção Cíentifica e Fantasia – Volume 1, que está agora disponível em ebook, gratuitamente. Podem fazer download AQUI (em formato pdf, epub e mobi)

Antologia Fénix de Ficção Cíentifica e Fantasia - Volume 1

O meu conto “A Dança das Letras” também está incluído na colectânea.

O fim de um ciclo

Passaram já três semanas desde o meu último post, e por essa razão tenho de pedir desculpas. Não costumo deixar o espaço tanto tempo sem uma actualização, por mais pequena que seja, porque não gosto de sentir que o abandonei.
Vários foram os factores que me mantiveram longe do blog este tempo todo, mas não vou agora alongar-me em desculpas que nada irão melhorar. Mas chegou o momento de fazer algo que já há muito estou a adiar: a partir deste momento o Semanário entrará em pausa, sem prospecções de regressar nos próximos tempos (ou de todo).
Muitas são as razões para esta minha decisão e quase todas já aqui falei anteriormente, mas uma nova se sobrepôs às restantes. Aliás, não é bem nova, pois já no início do ano tinha planos que tenho estado adiar, mas chegou o momento de agir, em vez de pensar tanto e fazer tão pouco.
Mas se me permitem um pouco de detalhes, aqui fica o que se passou nas últimas semanas.

Como sabem, eu comecei Agosto entrando no Camp NaNoWriMo, com intenões de escrever uma séries de contos (ao invés do habitual romance, como faço com o NaNoWriMo). Como brincadeira até intitulei a colectânea “The Fantastic Adventures of Ms. Anthol Ogies“.
E tudo começou muito bem.
No dia 1 de Agosto esforcei-me para conseguir terminar a tempo o conto para submeter a antologia Terrir Assassinos mas calculei mal o tempo e estava a dar meia-noite quando terminei o conto “A Heroína e o Guerreiro” e fui tentar submetê-lo (tive alguns problemas com o site da Editora Estronho, o que atrasou ainda mais a submissão). No entanto os resultados já saíram e sei que não fui uma das seleccionadas, com pena minha. “A Heroína e  Guerreiro” é um conto ilustrado que ficou com 2313 palavras e 8 ilustrações (7 páginas). Esta história é uma comédia de fantasia e, como tantos outros projectos meus, em tempos estava planeado ser uma banda desenhada e agora alterei-a para se adaptar a contos.

No dia 2 comecei a escrever outro conto, intitulado de “Pequenas Decisões“. na ausência de grande inspiração (mesmo com dezenas de ideias alinhadas), acabei por escolher uma zona de maior conforto: personagens que já conheço, escrevendo assim um conto com base no romance “Alma“, mas passado antes da história original, focando-se numa personagem que tem apenas um papel secundário no romance. antes do fim da noite escrevi 1584 palavras para este conto, sem contudo o finalizar.

E foi também nesse dia que tive uma conversa que me fez reacender velhas chamas. No início do ano eu mencionei que tinha algumas ideias de publicação que ainda não estavam inteiramente definidas (e, sinceramente, ainda não estão hoje), e foram essas ideias que ressurgiram em força. Isso e o facto de eu me ter inteirado de quão ridículo era eu estar a escrever mais  50000 palavras quando tenho quatro romances completos para rever/reescrever. Qual é o sentido nisso? Por isso, antes de sequer avançar para projectos de publicação, peguei no “Dragões e seus Sacrifícios” e terminei as revisões (ou pelo menos a primeira parte, pois ainda há muito trabalho a fazer). Assim que tirei esse peso de cima dos ombros, senti-me mais focada.

Tenho também de referir a ‘aventura’ que foi estar com os nanoninjas em Braga, nos dia 13 e 14. Não fazem ideia de como a confraternização me ajudou a elevar o humor e me auxiliou nas revisões, pois consegui, dias depois, terminá-las, para meu alívio (por agora). Vejam la´que até tivemos tempo para fazer uma reenactment de “Twilight”, em que descobri o meu meu inner-Edward. Se forem meus amigos no facebook, podem ver algumas fotos (embaraçosas) aqui.
E foi graças a isso que no dia 17 terminei as revisões primárias do “Dragões e seus Sacrifícios“, faltando agora o trabalho mais aprofundado que decidi deixar para mais tarde pois o que me incomodava já está feito.

E isto leva-nos, novamente, ao início deste post.
Não é novidade, para nenhum dos que seguem este blog, que há mais de dois anos que tento publicar um livro (dois aliás). Não bombardeei todas as editoras que existem (só as que trabalham no género dos livros que escrevo) e não aceitei propostas de pseudo-editoras (nada contra quem a elas recorre) que me pediam investimento (não disponho do dinheiro, mesmo que quisesse, e não quero). E chega um momento em que penso: Sou eu que escrevo mesmo muito mal?, ou, Isto é culpa da crise?, ou, O mundo está todo contra mim.
Quem sabe a resposta certa não seja a primeira. Quem sou eu para julgar o que escrevo como sendo merecedor de chegar ao público? Não sou ninguém e todos sabem que os autores conseguem ser muito vesgos em relação ao seu próprio trabalho. No entanto uma coisa é certa: Apesar de todas as dúvidas que constantemente me assolam, eu acredito no que faço, acredito que tenho potencial. Nem tudo o que escrevo é bom e algumas histórias tiveram e terão de ser reescritas uma e outra vez até estarem em condições, mas será que não há alternativa?

Há pelo menos três anos que sigo o panorama literário internacional com alguma atenção e por isso vi o Boom que os USA tiveram com os ebooks. No entanto nunca me iludi. Os residentes dos USA ou do UK tinham todas as vantagens da auto-publicação em ebook. Tinham percentagens de venda que me faziam tremer e um público imensamente mais vasto.
Ebooks, em Portugal? Que idiotice! Não faria nem um cêntimo. Esta crença tenho-a desde há uns tempos e, mesmo hoje, acredito que ainda seja muito verdade. Talvez conseguisse fazer meia-dúzia de euros, mas mais que isso? Duvidoso.

Sabem quando congeminam algo durante tanto tempo, ruminam de forma tão intensa, que duvidam que alguma vez possa funcionar? Pois eu sou assim. Estou constantemente a duvidar de mim própria, dos meus objectivos, das decisões que tenho de tomar para que algo aconteça.
Mas chega o momento em que tenho de pensar: Mas afinal o que é que perco em tentar?
Sinceramente! Ninguém me quer publicar um romance em Portugal, por isso o que eu decidi foi auto-publicar em ebook. Mas tendo plena consciência que o mercado de língua portuguesa é um pouco verde em matéria de ebooks (mesmo contando com o Brasil e outros países de língua portuguesa), acresci o trabalho de querer traduzir para inglês.

Estou a cometer um erro? Não faço ideia, mas hei-de o descobrir com a experiência. Se não tiver sucesso nenhum, perco talvez um livro (nunca o perco, ele é sempre meu, na realidade) que na verdade nenhuma editora portuguesa parece querer publicar, por isso na verdade não perco nada!

O livro que escolhi foi “Angel Gabriel“. Vou começar a trabalhar nas (últimas) revisões e depois vou traduzi-lo e tentar a minha sorte, como outros portugueses já tentaram, em auto-publicação ebook.
Sem custos e com grande parte do lucro a vir para mim (ocaso este exista).

Talvez muitos de vocês não concordem com este tipo de estratégia, mas eu estou disposta a arriscar. O que é que vocês acham?

E agora queria perguntar-vos algo e quero que sejam sinceros comigo, por favor, pois esta uma dúvida que me perturba de momento.
Sendo que vou entrar pelo mercado internacional adentro, tenho receio que o meu nome Ana C. Nunes não seja o mais adequado para os estrangeiros. (Será que algum deles sabe ler Nunes?). Como não queria ser alienada e correr o risco de perder leitores por causa disso (e acreditem que já ouvi histórias em que isto aconteceu), queria saber qual a vossa opinião.
Dos seguintes nomes, qual vos parece mais interessante e capaz de chamar a atenção a nível internacional (por favor deixem outras sugestões nos comentários, caso as tenham). Ou acham que devo manter o Ana C. Nunes já que os portugueses me conhecem por esse nome? Também não queria alienar as pessoas que já conhecem o meu trabalho.

E por hoje é tudo. Em vez dos usuais Semanários, vou mantendo posts aleatórios onde falarei do meu progresso nesta nova ‘aventura’ e talvez coloque uns contos, para avivar as coisas por aqui.
Mas queria desde já agradecer o apoio que sempre me mostraram. Este blog (e a minha escrita)não seria o mesmo sem vocês.

Dragões, Dragões e mais Dragões * Dragons, Dragons and more Dragons

Semanário 171

Apanhar um escaldão enquanto faço revisões de um romance, não estava nos meus planos de vida, mas o destino tem destas coisas.
Então no fim-de-semana fui ajudar a minha mãe numa feira-de-artesanato e estava um solinho bem bom. Pus potector solar 3 ou 4 vezes porque quem me vir sabe que eu sou mais branca que o leite, e daí julguei-me protegida enquanto revia o “Dragões e seus Sacrifícios“. Mas julgam que o sol me poupou. Está bem, está. Fritou-me!
Se me perguntarem se valeu a pena a minha resposta será dúbia. É que a revisão correu bem, mas ainda hoje me doem os ombros sempre que lhes toco.
Infelizmente isso também serviu para provar que, mais uma vez falhei no objectivo. Não completei as revisões do romance no tempo definido e isso deixa-me um pouco triste mas, como estou no bom caminho não estou muito aflita.

Noutras notícias, hoje terminei o conto para submeter à Antologia Dragões (Editora Draco), que intitulei de “Maçãs de Ouro” (confesso que não é o meu melhor título).
No total ficou com 6920 palavras (que para mim é gigantesco!) e embora não seja o meu melhor conto, até acho que ficou interessante.

Ou seja: Dragões, Dragões e mais Dragões!

E vejamos agora se ainda consigo terminar um conto para a Terrir Assassinos e, claro, não me posso esquecer que dentro de … 3 minutos(!?!) começa o Camp NaNoWriMo. Estou no ir!

Beijinhos e, para finalizar digam-me o que estão a escrever ou ler neste momento. Citações são aceites e bem-vindas.

 

*English version will be available soon, and I apologise for the fact that the last few weeks this hasn’t been done. *

A electricidade está no ar * The electricity is in the air

Para quem não viu o artigo anterior, começo por repetir a boa nova: O meu conto “Electro-Dependência” será publicado na antologia “Lisboa Electropunk” (coordenada pelo João Barreiros, a ser lançada pela Saída de Emergência no final de Novembro deste ano, no Fórum Fantástico (23 a 25 de Novembro).E por isso, como devem adivinhar estou felicíssima. Posso não ter publicado um romance, mas já vou poder dizer que tenho algo publicado (sem tirar mérito às fanzines nas quais participei, porque abençoadas sejam).
Infelizmente ainda não sei mais nada sobre a antologia “Erótica Fantástica” da Draco, mas assim que souber digo alguma coisinha.
E porque estamos a falar de antologias, eu continua a trabalhar no que espero venha a ser a minha submissão para antologia Dragões da Draco. Tive dois dias em que escrevi muito bem para o conto e por isso já está muito bem encaminhado, mas ainda não está terminado. escrever um conto com 5000 a 8000 palavras não é tão fácil quanto às vezes parece.

As restantes antologias, infelizmente parece que vão ficar para trás, embora pretenda usar algumas das ideias que já tinha para escrever os contos em Agosto, durante o camp NaNoWriMo. Já estive a compilar uma lista de algumas (muitas) ideias que tenho para contos, de forma a quando a altura chegar, não me faltarem histórias para contar. A minha intenção é, não só escrever para antologias  futuras, mas também experimentar conceitos diferentes, histórias diferentes e escrever alguns contos para o blog, se tudo correr bem, pois já há muito tempo que não coloco nada de original aqui.
Para quem tiver curiosidade em ver o meu progresso em Agosto, fica aqui o meu perfil no Camp NaNoWriMo, embora possam contar, como sempre, com actualizações semanais aqui no blog.
E porque gosto sempre de terminar com uma questão, aqui fica a desta semana: Lêem muitas/algumas antologias? Porquê?
*English version will be available soon, and I apologise for the fact that the last few weeks this hasn’t been done. *