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Natal e opiniões

Na época de natal de 2015, que não terminou assim há tanto tempo, surgiram várias novas opiniões ao meu conto “A Última Ceia“, muito provavelmente por causa de maratonas literárias e por o conto se passar nesta época do ano.

Em blog encontrei a opinião no Sleep Less, Read More (Delirious Beautiful Mind) e depois há várias opiniões no Goodreads.

Delirious Beautiful Mind - 20151225

Não posso dizer que todas foram opiniões favoráveis mas é bom ver que mesmo depois de 3 anos, o conto ainda tem leitores, ou não fosse ele o meu bestseller (graças estar grátis desde o primeiro dia), e uma presença constante no Top 10 da Amazon Brasil.

Se já leram eu adoraria saber a vossa opinião. Deixem-na nos comentários, ou  se comentaram em blogs e sites, por favor digam-me o link para eu visitar. Quer seja uma boa ou má opinião. Gosto sempre de saber o que acham os leitores.

Floresta de Livros

Este post serve o propósito único de avisar, os interessados, que criei o blog só para as minhas opiniões literárias.

Assim sendo, vou, nos próximos dias, migrar os posts daqui para lá, mantendo estes (parcialmente), para não deformar este blog.

O novo blog chama-se Floresta de Livros. Vou fazer várias alterações nos próximos dias, para aquilo ficar mais bonito, mas a partir de agora, tudo que tenha a ver com literatura, irá lá parar. Assim, o Caneta, Papel e Lápis, ficará somente dedicado à escrita, edição e ao mundo que envolve o escritor (amador ou não). Mesmo assim, pretendo deixar sempre aqui uam nota quando criar um post no Floresta de Livros, pelo menos nos primeiros tempos, para quem quiser saber.

Fiquem bem!

Desafio literário 2010

Hoje descobri este Desafio, em vários blogs, e que me levou até ao blog da RomanceGracinha. Decidi entrar, porque parece muito interessante e há tanta gente a participar, tanto no Brasil como em Portugal.

O desafio consiste em escolher um livro para ler em cada mês do ano 2010, subjogado a um tema pré-definido. Aqui fica a minha lista então:

JANEIRO:  Romance de banca (tipo Harlequin, Sabrina, etc.)
Principal: “Uma última noite”, de Nora Roberts
Reserva: “Hot Ice”, de Nora Roberts

FEVEREIRO: Contos de fada (livros baseados)
Principal: “Neverwhere – A terra do nada” de Neil Gaiman
Reserva: “Fortune’s Folly”, de Deva Fagan

MARÇO: Clássico (Universal)
Principal: “A volta ao mundo em 80 dias”, de Jules Verne
Reserva: “Lolita” de Vladimir Nabokov

ABRIL: Autor(a) Latino-Americano(a)
Principal: “A casa dos espíritos”, de Isabel Allende
Reserva: “Crónica de uma morte anunciada”, de Gabriel García Márquez

MAIO: Chick-Lit
Principal: “Good in bed”, de Jennifer Weiner
Reserva: “Undead and unwed”, de Mary Janice Davidson

JUNHO: Autora Brasileira
Principal: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles
Reserva: “A obscena senhora D” de Hilda Hilst

JULHO: Adaptado ao cinema
Principal: “O leitor”, de Bernhard Schlink
Reserva: “Eu sou a lenda”, de Richard Matheson

AGOSTO: Romance Policial
Principal: “Os homens que odeiam as mulheres”, de Stieg Larsson
Reserva: “As dez figuras negras”, de Agatha Christie

SETEMBRO: Romance histórico
Principal: “Meridiano de sangue”, de Cormac McCarthy
Reserva: “O romance de Genji 1”, de Murasaki Shikibu

OUTUBRO: Lição de vida
Principal: “Uma questão pessoal”, de Kenaburo Öe
Reserva: “Por treze razões” de Jay Asher

NOVEMBRO: Autor(a) Português(a)
Principal: “Sr. Bentley, o enraba-passarinhos”, de Ágata Ramos Simões
Reserva: “A última feiticeira”, de Sandra Carvalho

DEZEMBRO: “Coração” (palavra incluída no título)
Principal: “Inkheart – Coração de tinta”, de Cornelia Funke
Reserva: “A mecânica do coração”, de Mathias Malzieu


Nota: Esta lista ainda poderá ser alterada até 31 de Dezembro 2009.
Nota 2: Possivelmente vou criar um blog, para além deste, onde possa colocar as minhas opiniões literárias. Afinal este blog é suposto ser dedicado à escrita.

Momentos 07

momentos_01Eu digo já que sou contra.
Contra o quê?
Contra tudo. Eu não gosto destas coisas.
Mas estás a falar chinês?
Querida, —
Querida? Estás com febre?
Como eu estava a dizer … Querida, eu sou contra os que são contra.
Ah?
Oh querida, você hoje está lenta.
Não. Tu é que estás parva e eu não consigo acompanhar o teu raciocínio.
Olha, até o viril está a ficar verde com esta conversa.
É Viridis e eu SOU verde.
Ah! Como é que nunca me dei conta?
Estavas demasiado focada no teu próprio umbigo.
Olha quem fala. Drama queen!
Não estamos a fugir ao tema, ladies?
E havia tema?
Boa pergunta.

Leio artigos e tento estar atenta ao mundo a literatura nacional e mundial e algo que me surpreende no nosso país )para além de muitas outras coisas) é o facto de, possivelmente, sermos dos países que mais publicam “blogs” em livro.
No estrangeiro ouvimos dizer que que escreve em blogs dificilmente verá o conteúdo desse mesmo blog em papel, pelo menos nas editoras (vanity press não conta), mas aqui em Portugal basta ar uma olhada pelas prateleiras ou uma pequena pesquisa na web e vemos que temos vários.
Nem sequer estamos a falar de blogs de contos ou afins, mas mais de blogs de sátira, opinião ou outros géneros mais “estranhos” (no bom ou mau sentido, conforme desejem).
Que figure aqui que não tenho nada contra isso, mas parece-me estranho. Muito estranho.
Outra coisa que recentemente me surpreendeu foi a publicação de uma obra que o próprio autor já tinha publicado independentemente e que agora foi “comprado” por uma “grande” editora, por assim se dizer.
Mais uma vez, não tenho nada contra. Mas andamos a contrariar as tendências. Será isso bom, ou mau?
Eu pessoalmente não sinto vontade de comprar nenhum destes livros que são blogs. Não é porque posso lê-los online, mas é exactamente porque nem online os leio. Não sinto “atracção” por eles e dessa forma não compro. Mas também não opinarei sobre eles. Deixarei ao critério de cada um.
Neste campo só poderei falar de boca cheia sobre uma destas publicações. O “Caderno de Saramago”. Desde o primeiro post que sigo o blog do vencedor do Nobel Português, e se ao principio pensava que valia a pena, à medida que o tempo foi passando fui lendo mais e mais posts sem interesse e que chegavam mesmo a “enervar-me” um pouco, no mau sentido. Neste caso posso dizer que não pagaria para ler, porque parece-me que o livro não seleccionou os textos e limitou-se a imprimir tudo. Se fossem só os de interesse cultural, talvez adquiri-se o volume, mas com as opiniões que em nada enaltecem a minha vida, não o farei. Já para não falar no absurdo do preço do livro. Eram 17 ou 19€? Fosse qual fosse é muito dinheiro para alguns textos curtos sobre coisas dispersas. Isso é tudo para pagar direitos de autor?
E nem vou por aí, se não ficava aqui a falar sobre os preços fora de órbita das edições portuguesas e que põe a minha carteira completamente “drogada”. Será que não se dão conta que se baixassem o preço dos livros vendiam muito mais?
Mas isto já é fugir ao tema.
Voltando ao caso que foi “republicado” por uma editora na sua terceira edição, louvo o acto, mas só poderei deixar uma nota digna de registo quando ler a obra. Desejo sorte ao autor.
Quem tiver lido os outros livros (mencionados acima), que deixe aqui a sua opinião. Vocês acham que as escolhas das editoras para este género de publicação são as mais acertadas?