E pela primeira vez tenho verdadeiras desculpas para tal feito. O meu dia começou às 8h. Levantei-me e fui trabalhar até às 13h. Vim a casa a correr almoçar para depois entrar às 14h. Saí novamente às 17h e fui convidada, de surpresa, para um lanche, que aceitei. Quando cheguei a casa tive de fazer uns telefonemas importantes, arranjar-me e jantar, para depois voltar a sair às 20.30 para a festa de fim de curso da minha mãe, que só terminou à 1 hora da manhã de 3 de Novembro.
Por isso percebem que não tive nem um só minuto para escrever o que quer que fosse. Podia ter dito que não ao “lanche”, mas ao vir para casa apenas iria usar o tempo para fazer o jantar e preparar-me mais um pouco para a festa. Conclusão? Há dias assim, em que nem tempo tenho para teclar ou sequer pensar em teclar.
Não me chateio com isso pois pretendo amanhã compensar.Veremos como correm estes meus planos.
Contagem permanece intacta nas 2 449 palavras.
P.S.: Esta é uma daquelas senhoras que eu admiro. Conseguiu em 1 dia, escrever o que nós eu queremos escrever em 30 dias. Acho que entrava em parafuso se conseguisse teclar 50 000 palavras, de uma história coerente, em 24 horas. Faz-me lembrar o “24 hour comics” (onde já participei e ganhei), mas dez vezes mais improvável. Ou se calhar sou só eu que tenho medo de experimentar. Será que tenho coragem de tentar este mês? Vou ter de ver a minha agenda, mas estou seriamente tentada a experimentar. Alguém quer ser maluca o suficiente para tentar escrever 24 horas seguidas?
Bem, para já não é oficial. Veremos como corre o mês e se aparece para aí um dia promissor.