Angel Gabriel – FIM

Terminei!
Wow…

Deixem-me respirar um pouco …

Não acredito que acabei! Não acredito!
Alguém me segure …

Juro que parece que o coração me vai sair pela boca … não! Ficou dentro … ainda bem!

Acabei de escrever as últimas palavras para o “Angel Gabriel“! … FIM (cliché, não?)
Custou, mas cheguei lá.

Hoje, enquanto escrevia as últimas páginas, tive medo de perder, de fazer um final menos merecedor. Indecisa com as palavras a usar, as expressões a escrever. Tudo parecia mais complicado do que era. E agora, chegada ao final, sinto um alívio enorme e ao mesmo tempo uma perda insubstituível. Estou feliz, muito feliz por finalmente terminar algo em 7 ou 8 anos. Claro que estou! Mas ao mesmo tempo é um pouco doloroso.

Claro que ainda não está completamente terminado. Vem aí a carruagem da revisão. Muito trabalhinho ainda vai advir deste “Angel Gabriel“, mas a história está agora exposta no ecrã (e brevemente no papel também).
Alcancei a meta e cortei a fita! Agora falta-me subir ao pódio e banhar-me em champanhe, segurando entre os dedos a taça da vitória.

Sinto-me uma rainha por ter tido a força para continuar. Sou uma preguiçosa por natureza e quase me deixei levar por esse meu lado mais irresponsável, mas graças ao NaNoWriMo (que me permitiu escrever mais de metade disto) e à força de vontade para completar este trabalho (e algum apoio externo. Obrigada a todos, vocês sabem quem são) lá cheguei até aqui.

Wow … estou parva comigo mesma! Acho que mereço um chocolate!

Semanário 16

semanario_10O Angel Gabriel está assim
Contagem: 77 154 palavras
Produção semanal: 7 936 palavras

Semana produtiva … finalmente! Ainda assim, quando chegou o fim-de-semana comecei a não escrever. Eu, a minha musa e os fins-de-semana não combinamos bem. Não senhor!

De qualquer forma amanhã é a meta final e eu pretendo alcança-la com vigor. Senão … bem, nem sei bem o que farei a mim mesma mas o castigo será severo porque os prazos são para se cumprir, mesmo quando auto-estipulados. Força aí Ana!

Nesta semana escrevi uma cena que me custou descrever porque era sob a perspectiva do Gabriel e bem, era algo muito intimo. Sou rapariga e por mais que tente e julgue saber,  a verdade é que nunca descobrirei ao certo como os homens pensam. Acho que ficou bem, mas só vou descobrir se funciona realmente depois da revisão e quando der a ler a um ou mais homens.

Ai … as perspectivas de várias pessoas num só livro tornam as coisas mais divertidas mas também mais complexas. Ainda bem que eu me fiquei por somente dois POV (points of view). Se eu tivesse seguido em frente com a ideia de o fazer com outras duas personagens, tudo estaria ainda mais emaranhado.

O fim … Ai o fim … está-me a dar uma dor no peito. O meu bebé querido está quase a nascer … quase quase … ai vem as dores de parto, alguém me administre uma Epidoral!

Post Scriptum: ScriptFrenzy está aí a bater à porta … aqui vou eu!

ScriptFrenzy 2009

screnzy1O ScriptFrenzy, irmão do NaNoWriMo vai começar a 1 de Abril de 2009. E eu, como devem adivinhar, vou entrar de cabeça nisto.

Não sabia ao certo o que ia fazer, o tipo de guião ou a história que queria escrever, mas por fim lá me decidi.
Vou escrever o guião do “Lobo & Dragão“, uma novela gráfica que precisa ser reescrita para depois poder ser redesenhada. Podem visitar o site se estiverem curiosos sobre as personagens e coisas assim. Para já, aqui fica um resumo:

Rie e Unkei são dois jovens nascidos de famílias rivais. Enquanto a família Ryusaki já esqueceu o passado, os Ookami continuam a guardar rancor e Rie foi ensinada desde muito nova a odiar Unkei. O seu ódio no entanto, foi canalizado para o combate e a competição em geral. Não raras vezes os dois entram em confrontos, e competem anualmente no campeonato de Artes Marcias, do qual Rie saiu vencedora no ano anterior.
O campeonato aproxima-se este ano e Rie não pode esperar para vencer novamente. No entanto uma cadeia de eventos vai mudar a forma como ela vê e interage com todos à sua volta.
Quando as consequências dos seus actos batem à porta, Rie não está preparada para eles.

No fundo esta é a história de vários jovens, adolescentes e adultos, que encontram problemas do dia-a-dia e têm de lidar com eles. Umas vezes bem, outras vezes muito mal.
Lições duras serão aprendidas, muita amizade e romance, como não poderia deixar de ser.

Tinha pensado em escrever o guião de um filme ou de uma série, mas como não tinha nenhuma ideia suficientemente plausível para esses formato, acabei por decidir num ramo em que estou muito mais confortável. Não é a primeira vez que escrevo o guião de uma Novela gráfica. Já o fiz para o “Que sorte a minha” (publicada) e para as versões anteriores de “Alma“, “Lobo & Dragão” e “Vermelho Sangue“, já para não falar nas curtas “Um dia alguém lhe disse …” e “Sonhos e Mudanças“. Como podem ver não sou propriamente uma novata, mas vou estar a usar um novo programa: Celtx e isso vai-me facilitar a vida por um lado e por outro complica-la na medida que vou ter de me habituar a ele.

Talvez aproveite também para escrever a guião de “Heroína” (não é a droga, ok?) que é bastante mais pequeno e que nunca chegará às 100 páginas de guião (o desafio), por isso se calhar vai ser um 2 em 1.
Aqui fica uma introdução (muito cómica) à “Heroína“:

O mundo está á beira da destruição. Quem nos pode salvar? A Heroína e o seu fiel companheiro, Mascote, são a nossa última esperança. Serão eles capazes de reescrever a história do planeta.

Vou fazer pequenos posts, uma ou duas vezes por semana, onde descrevo a minha aventura em mais um desafio.
Ao mesmo tempo vou estar ocupadérrima a editar o “Angel Gabriel“.
Por isso esperem um pouco mais de actividade por estes lados.

Quem se for juntar ao desafio que levante a mão!

Um dia no Futuro

13_futuro1O cigarro acesso e ainda meio por consumir foi repousar no cinzeiro ao lado da cama. O fumo que saiu por entre os carnudos lábios da sedutora mulher despida, envolveu o quarto escuro. O homem que dormia a seu lado, com o seu corpo musculado e tez bronzeada, era o melhor amante que ela conhecera e os dois entendiam-se muito bem entre lençóis e fora deles.
O luxuoso quarto estava silencioso e não se ouvia uma sequer sirene no exterior do prédio. As estrelas e a Lua cheia reluziam mais do que nunca.
Um ecrã holográfico saltou à frente dos seus olhos, o seu verde contrastava em absoluto com o restante ambiente, exibindo em letras mecânicas a mensagem

Consulta mensal de saúde marcada para daqui a 1 hora

Ela pressionou o holograma no canto superior direito e o ecrã desapareceu por completo. Desviou os lençóis de cetim que acariciaram gentilmente a sua pele e saiu da cama sem grandes cerimónias, caminhando nua pelo extenso quarto.
Aproximou-se do pequeno ecrã que estava colocado na parede ao lado da porta de entrada e pressionou os números

754391275

O ecrã mudou para a cor laranja e exibiu a mensagem

Terminar sessão

A mulher desmaterializou-se.

Num minúsculo quarto, cujo único mobiliário era uma espécie de cadeira de consultório com uma infinidade de fios ligados à corrente e dez pequenos ecrãs em todos os lados, repousava uma mulher obesa.
Um dos ecrãs exibia uma mensagem em letras vermelhas

Sessão terminada

A mulher abriu os olhos relutante e levou as mãos inchadas até aos fios que estavam ligados à sua testa, retirando-os cuidadosamente, um a um, e colocando-os numa bacia metálica do seu lado esquerdo.
As luzes amarelas do compartimento ligaram-se automaticamente assim que ela retirou as pernas gordas do conforto da cadeira.
As suas pernas não resistiram e cederam perante o seu peso. Ela embateu no chão com um sonoro som e gemeu palavrões e frustrações umas a seguir às outras, como se isso a fosse ajudar a levantar-se.
Demorou alguns minutos a conseguir erguer-se. Os membros estavam adormecidos e o corpo não estava habituado a carregar tanto peso. Quando finalmente conseguiu mover-se correu o fecho do fato completo que usava e despiu-o com alguma dificuldade. O suor e restantes fluidos que lhe cobriam o corpo tinham colado o fato, já de si justo, ao seu corpo quase como um autocolante.
Começou a caminhar lentamente até à porta metálica que se encontrava do lado esquerdo do quarto. A porta deslizou para lhe dar passagem. Do outro lado encontrava-se um cubículo onde não cabia mais de uma pessoa, com as paredes brancas cobertas de pequenos orifícios. O tecto era em metal e quando ela entrou lá dentro a porta voltou a fechar-se, exibindo um pequeno ecrã, na parte de trás da porta, com várias escolhas

Duche rápido
Massagem corporal
Sauna
Deluxe

Ela pressionou a opção de duche rápido.
Jactos de água de cheiro voaram pelas centenas de orifícios da parede e o tecto abriu-se para deixar descer duas pequenas mãos metálicas, uma com uma esponja de massagens e outra com orifícios nas extremidades. As duas juntaram-se e do primeiro orifício saiu um espesso líquido de cor rosa para cima da esponja da outra mão que rapidamente iniciou a sua árdua tarefa de esfregar todos os cantos do corpo da mulher. Ela limitou-se a abrir ligeiramente os braços e pernas, deixando que os mecanismos fizessem o seu trabalho.
Cerca de quinze minutos depois, com o cabelo já hidratado e o corpo seco, todos os aparelhos recolheram às suas estações e o ecrã brilhou de vermelho

Duche terminado

A porta voltou a abrir-se e ela deu passadas lentas pelo chão frio, atravessando o quarto adjacente e indo de encontro à outra porta que também se abriu à sua passagem.
Estava dentro de um outro cubículo mas este estava revestido com espelhos e apenas continha uma ranhura que atravessava uma das paredes de um lado ao outro e um pequeno ecrã, colocado por cima da ranhura, com um simples menu

Homem
Senhora

Seleccionou senhora o que deu lugar a outro menu

Casual
Desportivo
Formal

Ela foi seleccionado menu atrás de menu e as escolhas aumentavam a cada pressionar dos seus dedos desajeitados. Finalmente surgiram no ecrã múltiplas fotos de vestidos floridos, a escolha que ela tinha feito anteriormente. Ela pressionou o terceiro da primeira fila, um curto vestido primaveril, branco com flores de todas as cores. Nos espelho o seu reflexo mudou e ela pôde ver, de todos os ângulos possíveis e imaginários, como ficaria naquela roupa. O seu corpo continuava despido mas a imagem holográfica era perfeita e ela decidiu que aquele vestido lhe assentava muito bem. Pressionou

Comprar

A ranhura na parede abriu-se para deixar passar o vestido que ela acabara de adquirir. Ela vestiu-o rapidamente e depois voltou ao ecrã para pressionar a seguinte cadeia de escolhas

Mudança de parâmetros > Transporte > Local: Consultório Médico “Beleza Eterna” > Aprovar desintegração

Assim que terminou esta sequência o chão começou a brilhar um intenso azul e o corpo dela começou a desmaterializar-se.

Quando voltou a abrir os olhos encontrava-se em frente a um balcão, numa pequena sala de paredes lilás. A menina atrás do balcão cumprimentou-a com um largo sorriso pedindo gentilmente para que colocasse a palma da mão no ecrã no topo do balcão. Ela fê-lo e foi imediatamente identificada pelo computador

Lurdes Andreia Casanova Arantes

Foi avisada que o médico estava à sua espera e que podia entrar no consultório número 1546. À sua esquerda estava um longo corredor, percorrido por duas passadeiras rolantes, cada uma seguindo em direcções opostas. Ela pisou o passadiço que seguia em frente.
Demorou cerca de 10 minutos a alcançar a porta que lhe fora nomeada. O médico que a recebeu não era seu conhecido, mas ela não estranhou. O homem, na casa dos quarenta, explicou-lhe que tinha engordado 22 kg desde a sua última consulta e sugeriu-lhe os procedimentos habituais. Check-up geral e intervenções cirúrgicas para remover o excesso de gordura e repô-la à sua beleza de sempre.
Foi tudo feito ali, com a ajuda das enfermeiras e cirurgiões robóticos que ela sempre reconhecera e que não falhavam nunca.
Quando terminou, horas depois, era a bela mulher que fumara, horas antes, um cigarro virtual num quarto virtual, acompanhada pela imagem virtual do seu marido. E sentia-se a pessoa mais feliz do mundo, sorrindo a todos que passavam por si no caminho de volta àquele quarto minúsculo e àquela fria cadeira impessoal.
O ciclo repetir-se-ia dentro de 30 dias.

Texto inspirado pelo desafio “Um dia no Futuro” da Fábrica de Histórias.

Os Livros e a TV – Parte 3

Não posso deixar de proclamar o novo programa da RTP2: “Grandes Livros”, a ter início amanhã (27 de Março) pelas 21.15h.
Entretanto visitem o site do programa.

phpthumb_generated_thumbnailjpg* Imagem retirada do site “Grande Livros

A série será emitida na RTP2, RTP Internacional, RTP Notícias e RTP África a partir do primeiro
trimestre de 2009, terá uma estratégia de promoção cross media (You Tube, micro-site RTP,
redes sociais) e edição em DVD.

Visa contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da literatura portuguesa junto de
todas as faixas etárias de falantes de português. Cada episódio contará com a participação dos
principais especialistas na obra e/ou no autor em análise.

“Grandes Livros” é assumidamente inspirada na série homónima “Great Books”, produzida pela
Discovery Networks em parceria com o Center for the Book in the Library of Congress e emitida
em vários canais Discovery e no The Learning Channel desde 1994.

O conceito “Grandes Livros” assenta na análise da obra mais emblemática de um escritor
português: a estória, o contexto histórico, a importância que teve/tem, a história do autor. A
selecção obedece ao seguinte critério: um livro por autor; autores portugueses falecidos; obras
passíveis de serem abordadas em tv e apelarem a uma grande faixa da população.

Lista de obras para a primeira série de “Grandes Livros”:
– Os Maias (Eça de Queirós)
– Os Lusíadas (Luís Vaz de Camões)
– O Delfim (José Cardoso Pires)
– Aparição (Vergílio Ferreira)
– Navegações (Sophia de Mello Breyner Andresen)
– Livro do Desassossego (Fernando Pessoa)
– Sinais de Fogo (Jorge de Sena)
– Sermão de S. Ant. aos Peixes (P. Ant. Vieira)
– Viagens na Minha Terra (Almeida Garrett)
– Mau Tempo no Canal (Vitorino Nemésio)
– Peregrinação (Fernão Mendes Pinto)
– Amor de Perdição (Camilo Castelo Branco)

A não perder!

O Principezinho

oprincipezinho“O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry (Várias editoras)

Esta opinião está agora hospedada na Floresta de Livros.

Classificação: 9/10

Semanário 15

semanario_9

Odeio a minha cadeira! Juro que odeio. É que ela está partida e agora sempre que me encosto nela … Ai que dores de costas! E estar sem as costas apoiadas é um suplício. Raios eu tenho uma sorte dos diabos. Se usar uma das outras que andam pela casa ainda é pior porque essas fazem-me doer o corpo todo e não só as costas. Ai sorte!

Mas vamos ao que interessa …. Não escrevi NADA! Passei a semana toda a fazer sabe-se lá bem o quê mas não escrevi nada para o “Angel Gabriel” e nem para os meus contos. Estou parva! Esta semana vou ter de escrever muito, mas muito mesmo para acabar o primeiro esboço antes de Abril. Mês esse em que me vou aventurar no ScriptFrenzy e no fundo poço da edição de “Angel Gabriel”. Não há desculpas. Tenho de acabar até ao dia 31, senão … nem sei que faço …

A meio de uma leitura ávida de blogs de escritores, dei por mim a ter a ideia perfeita para iniciar o “Angel Gabriel“. Claro que eu já escrevi um início, mas um que não me satisfazia e que eu sabia que não agarraria o leitor.
Agora que sei onde e como iniciar a história já estou mais descansada. Tenho sempre muitas dificuldades em conseguir um ponto de partida satisfatório. Estou sempre em constante debate interior sobre se começo aqui ou ali, ou talvez mesmo acolá. Dilemas!

Esta semana fiz cópias de segurança de todos os meus documentos (histórias, desenhos, ilustrações, etc.) e quase bati em mim própria quando me dei conta que não o fazia desde Outubro de 2008 … 5 meses! Eu sou mesmo lerda!
Já por duas vezes tive a infelicidade de perder tudo o que tinha no disco rígido e mesmo assim parece que não aprendi a lição. Também não ajuda nada que, por alguma razão (talvez eu saiba menos do que penso), o programa não me deixa adicionar ficheiros aos discos-cópia, ou seja, tenho de os formatar e copiar tudo lá para dentro outra vez. Seca! (o problema é que dantes eu podia fazê-lo e não sei porque agora já não dá)
A primeira vez foi com o meu velho computador em 2002. Na altura só tive vontade de arrancar os meus cabelos. Tinha algumas coisas gravadas em disquetes, mas infelizmente perdi muitas coisas para sempre, além de ficar permanentemente sem computador.Fiquei quase um ano sem computador e foi um suplício. Escrevia tudo à mão (coisa que eu ainda adoro fazer) enchendo cadernos atrás de cadernos com histórias que nunca mais sairão da gaveta (o horror das primeiras escritas). Depois não aguentei mais e contra tudo e todos (especialmente a minha mãe), meti-me a comprar um computador com o meu salário de miséria. Foi caro, muito caro, mas eu paguei-o em prestações e a coisa lá andou. Ainda hoje continuo coma mesma máquina, sempre a chiar e a queixar-se que tem pouco espaço no disco, mas dá para as encomendas (que não são poucas).
Claro que, sendo já velhote o computador deu o berro há menos de um ano atrás … e eu berrei com ele. Perdi tudo! Não se salvou nem um ficheiro dos meus documentos! Os documentos dos outros utilizadores ficaram intactos, mas eu que sou a administradora fiquei a ver navios. Ai que raiva que me deu! Só tive vontade de o atirar do terceiro andar onde moro.
Felizmente tinha feito cópias de segurança um mês antes e consegui recuperar grande parte dos meus (maravilhosos) trabalhos, mas o meu portefólio e alguns outros projectos que eu tinha avançado nesse intervalo, nunca mais verão a luz do dia.
Por tudo isto eu já devia saber que tenho de fazer cópias de segurança de mês a mês, no mínimo. E nas coisas mais usadas (Angel Gabriel) devia fazer todas as semanas (coisa que não faço).
Durante o NaNoWriMo eu enviava cópias da minha escrita, por email, para mim própria, todas as semana. Não fosse o diabo tecê-las! Mas desde aí a ideia só me atravessa o pensamento de quando em vez, que é como quem diz de 3 em 3 meses. Bolas! Burro velho não aprende línguas, não é?